domingo, 24 de setembro de 2017

Poema do Domingo

THE RISEN ONE

Until his final hour he had never
refused her anything or turned away,
lest she should turn their love to public praise.
Now she sank down beside the cross, disguised,
heavy with the largest stones of love
like jewels in the cover of her pain.

But later, when she came back to his grave
with tearful face, intending to anoint,
she found him resurrected for her sake,
saying with greater blessedness, "Do not --"

She understood it in her hollow first:
how with finality he now forbade
her, strengthened by his death, the oils' relief
or any intimation of a touch:

because he wished to make of her the lover
who needs no more to lean on her beloved,
as, swept away by joy in such enormous
storms, she mounts even beyond his voice.

Rainer Maria Rilke



quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Quatro patas bom, duas patas ruim

Os progressistas estão doidos porque a "cura gay" deixou de ser proibida. Vejam bem, simplesmente houve uma liminar permitindo que terapeutas possam oferecer opções para quem quer deixar a vida homossexual de lado, mas ninguém será obrigado a seguir - mas mesmo isso é considerado polêmico hoje.

Enquanto esse povo se rebela contra a mera possibilidade de uma terapia psicológica, a terapia hormonal (e posteriormente cirurgia de retirada de órgãos) poderá agora ser permitidas para crianças "transgênero" de 7 anos, e isto é celebrado pelos esquerdistas com o beneplácito dos médicos e da mídia.

Uma mudança meramente comportamental em adultos capazes de pensar? "Horrível, nojento, crime!".

Uma mudança corporal irreversível no corpo de criancinhas? "Bacana, legal, progresso!".

Olhem, não acho que seja possível "curar" a homossexualidade. A meu ver, é meio como o alcoolismo, não moralmente mas no sentido de ser genético e no sentido de que tudo o que pode ser mudado é o comportamento. O alcoólatra pode parar de beber, mas não vai parar de sentir prazer com a bebida, e o homossexual pode parar de fazer sexo com homens, mas talvez não consiga parar de sentir atração por eles (acho eu, mas talvez seja possível).

De qualquer modo, se alguém quiser "parar de ser gay" através do celibato, não vejo que seja um problema muito grave. Pára quem quer.

Já a criação de "crianças transexuais" é um crime horrendo que destruirá a vida de milhares, e para quê? O que eles querem, que estas pobres crianças repitam histórias de vida tristíssimas como a de David Reimer, transformado em menina seguindo as teorias de um doido, e terminando em drogas, conflitos familiares e suicídio?

É, pensando bem, talvez seja isto mesmo o que eles querem.





sábado, 16 de setembro de 2017

Multiculturalizando o passado

Raramente vou ao cinema estes dias, e em casa quase só assisto filmes antigos, no máximo até os anos 70. A razão principal é que é difícil encontrar um filme contemporâneo que seja realmente bom e que não tenha alguma "mensagem" embutida.

No outro dia fui ao cinema por que havia uma sessão com desconto e me arrependi. Fui assistir um certo "Lady Macbeth", elogiadíssimo pela crítica e que não é baseado em Shakespeare mas em um romance* russo inspirado na maldade da personagem. A história foi adaptada para se passar no interior da Inglaterra vitoriana (1865), e trata sobre uma jovem rebelde em um casamento infeliz.

Até aí tudo bem; só que, começa o filme e a criada da protagonista é negra. Achei meio estranho, mas relevei. Um pouco mais adiante, a jovem pega um dos empregados da fazenda como amante - e vejam que surpresa, é um mulato feioso. Mais adiante ainda aparece outro personagem, uma criança, supostamente um filho bastardo do marido da protagonista. Adivinhem? É negro! E a aia que cuida dele? É negra também.

Nossa! Achei que tivesse entrado em um filme do Spike Lee por engano. Juro que não sabia que existiam tantos negros no interior da Inglaterra vitoriana em 1865! Mas aí fui pesquisar mais e descobri que já existiam negros na região desde a época do Império Romano, ou ao menos foi o que me informou a sempre imparcial BBC. E eles também garantiram que os negros sempre fizeram parte da história cultural da Inglaterra. Bem, se eles afirmam quem sou eu para discutir.

Nada contra filmes com negros, mas, se o objetivo era esse, por que não situar a história no Sul dos EUA? Faria mais sentido histórico. (No mais, se as atrizes no filme fossem interpretadas por asiáticas sem dar nenhuma explicação plausível, eu teria a mesma reação)

Não sei se acontece com todos, mas para mim esse tipo óbvio de manipulação me deixa incapaz de me concentrar na história do filme (que no caso nem era grande coisa, e, aliás, no filme os negros são todos bonzinhos e vítimas enquanto os brancos são todos malvados ou estúpidos). Entendo que exista uma tentativa de repintar o passado com as cores do presente, mas poxa, nem o refúgio dos filmes de época é mais concedido? (Em um outro recente filme, um dos Cavaleiros do Rei Artur virou negro também.)

Por enquanto, concentro-me em assistir filmes antigos, mas até quando isso será possível? No outro dia, retiraram "E o Vento levou..." de um cinema americano, acusando-o de racismo. E é bem possível que, com os avanços nos efeitos especiais, já estejam querendo "restaurar" filmes antigos para colocar mais personagens negros aqui e ali. Por que não? Orwell já dizia em "1984", quem controla o passado, controla o futuro.

"Estamos em guerra contra a Eurásia. Sempre estivemos em guerra contra a Eurásia."

"Somos multiculturais. Sempre fomos multiculturais."

 Típico casal inglês em Londres em 1967
(*) P.S. li agora o breve conto que inspirou o filme. É melhor do que o filme, não tem africanos, e termina de modo diferente e mais realista. Recomendo o conto, mas não o filme.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sobre Arte e Censura

O polêmico cancelamento da mostra de arte "Queermuseu" traz uma série de questionamentos interessantes. Para quem não sabe, esta foi uma mostra de arte no sul do país, segundo os organizadores "a maior mostra de arte LGHTBQ já realizada na América Latina".

A mostra terminou gerando vários protestos de grupos conservadores, com acusações de pedofilia, zoofilia e vilipêndio à religião, e terminou sendo interrompida antes do tempo, devido à preocupação do banco patrocinador com a perda de clientes. Houve depois contra-protestos do pessoal de esquerda e do movimento gay, mas parece que não adiantou. A mostra continua fechada.

Enfim, parece que houve exagero de todos os lados. Pelo que pude ver, não existiam obras mostrando nenhuma atividade pedófila, mas havia sim um quadro com imagens de um homem fazendo sexo com uma cabrita (ou talvez um cachorro?) além de duas lésbicas japonesas e uma suruba homossexual de dois brancos (estuprando?) um negro. O vilipêndio religioso também foi claro, com hóstias marcadas com mensagens sexuais, além de imagens erotizadas ou supostamente blasfemas do Cristo na cruz.

Como quase tudo na arte moderna, as obras além de grotescas eram acima de tudo medíocres. Alguns defensores compararam as cenas de zoofilia da exposição com as imagens de "Leda e o Cisne" de Leonardo, ou as pinturas de Bosch retratando o Inferno, mas não há comparação possível. Além dos antigos serem pintores tecnicamente mil vezes superiores, fica clara a temática mitológica ou alegórica das obras. No quadro em questão, a suruba é só uma suruba mal pintada mesmo. E a própria artista afirmou que sua intenção era a de "quebrar barreiras morais".

E, de fato, para grande parte dos artistas pós-modernos esquerdistas, o objetivo da arte é esse mesmo, quebrar tabus, chocar, escandalizar. A ideia de "épater le bourgeoisie" nem é algo novo, vem pelo menos desde o fim do século XIX. Mas as pessoas estão cansando disso, e querem uma arte mais bela e mais espiritual, ou ao menos, não sempre tão agressiva e nojenta.  

De qualquer forma, fica a dúvida sobre a censura e sobre os limites da representação na arte.

Alguns dizem que tudo poderia ter sido resolvido limitando o ingresso da exposição a maiores de 18 anos. Pode ser. Mas será que era isso que eles queriam? Parece-me claro que um dos principais objetivos do movimento LGBTQR é sempre o de "educar" as crianças e aborrecentes. Não é por nada que existem até livros infantis sobre pinguins gays, focas lésbicas, etc. Então acredito que o ingresso livre tenha sido proposital, na ideia do "se colar, colou".

Tampouco acho que seria possível limitar as imagens de ódio à religião cristã, pois estão quase sempre presentes em mostras gays. O mesmo criador gay da "obra" das hóstias já havia anteriormente realizado uma "performance" em que rala uma imagem de gesso da Virgem Maria e a esfrega no seu pênis imundo. Protesto ou mera forma de auto-gratificação sexual? No país da peça "Macaquinhos", difícil saber.

Também acho o seguinte: muitos desses artistas e militantes da causa "queer" estão tão embrenhados nesse mundo de imagens distorcidas e diabólicas que passam a considerar "normais" ou "comuns" cenas extremamente gráficas de sexo ou de vilipêndio religioso, então quando aparece alguém que se choca com elas, eles também ficam, por sua vez, chocados. "Mas como? Ainda existe inocência neste mundo?"

Embora em teoria contrário à censura, acredito que certos limites, tanto temáticos quanto formais, quase sempre só fazem bem à arte. Paradoxalmente, a liberdade total pode terminar criando obras piores. É como se o artista precisasse de limites para não "pirar" demais. Não digo que seja sempre esse o caso, mas, muitas vezes, é exatamente o que ocorre.

De qualquer forma, parece ter sido um raro caso de vitória dos conservadores no campo das artes, e talvez por isso tenha gerado tanta discussão. O curioso que, nos EUA, está acontecendo o oposto. A censura à arte vem da esquerda, com a remoção ou diretamente o vandalismo de estátuas de personalidades consideradas "racistas" ou até contra galerias de arte "brancas".

Enfim, também não devemos esquecer que muitos desses movimentos supostamente "espontâneos" e "populares", seja de um lado do espectro político seja de outro, são muitas vezes planejados propositalmente, com o objetivo de "dividir e conquistar". Se tem uma coisa que este episódio demonstrou, e que é fácil manipular as pessoas e gerar histeria, seja para um lado, seja para o outro.

Bem, que importa? Os movimentos políticos passam. A (boa) arte permanece.


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Ganhar o mundo e perder a alma

"De que vale ganhar o mundo, e perder a alma?" perguntou Jesus a seus discípulos. É o que deveriam perguntar-se muitos no tal primeiro mundo. De que vale o crescimento econômico, a tecnologia, o conforto, a segurança, se perde-se o principal, a identidade, a cultura, a transcendência, os valores?

Recentemente, uma jovem canadense teve um neném e se arrependeu. Enrolou o próprio bebê num saco plástico para sufocá-lo, depois colocou num saco de lixo e pediu ao parceiro (que aparentemente não sabia que ela estava grávida, nem o conteúdo do saco) que o jogasse no lixão. O bebê já morto foi encontrado, a mulher foi presa, o parceiro se suicidou.

Por este crime, a jovem pegou adivinhem quanto?

Quatro meses de prisão.

O Canadá é um país adiantado e progressista, e quando a mãe mata o próprio bebê em condições mentais alteradas, isto pode ser considerado "infanticídio", que tem pena menor do que assassinato, com no máximo 5 anos de prisão.

Até que faz sentido. É uma espécie de aborto tardio. Se matar bebês de até seis meses no útero é permitido, por que não matá-los aos nove meses e pouco?

(O Canadá é o mesmo país que já liberou sexo com animais se não incluir penetração - sexo oral com cachorros, por exemplo, em teoria é permitido.)

Isto mostra mais uma vez que o problema do Ocidente é espiritual mais do que material. Um paraíso materialista mas vazio. Por que tantos imigrantes querem ir para EUA, Europa, Austrália? Não é pela cultura, eles estão defecando e andando para isso, às vezes até literalmente. Eles querem meramente conforto material.

E o que quer a elite? Também, nada mais do que aumentar os lucros, reduzindo os pagamentos aos trabalhadores, além de dividir a população para poder reinar.

O problema maior da imigração não é o crime, não é o terrorismo, não é nem mesmo a maior competição por empregos e a consequente desigualdade social. O problema maior é a perda da identidade, dos laços de comunidade, bem como dos valores morais que só existem em um contexto religioso compartilhado por todos (muitas religiões diferentes também não dão certo, pois ninguém se entende, e há muitos conflitos).

O paraíso tecnológico que os globalistas prevém é um mundo asséptico, robotizado, militarizado, utilitarista. A liberdade sexual será total. Aborto e até infanticídio serão possíveis. Sexo com animais e até crianças será permitido. Velhinhos serão eutanizados quando chegar a sua hora, para não dar despesas aos cofres públicos. Trabalhadores terão chips cerebrais que lerão o conteúdo de suas mentes. Um povo sem cultura, sem identidade étnica, sem religião, sem valores e sem História, no qual todos serão apenas escravos do Estado e dos próprios instintos!

Mas de que valerá tudo isso?

Por que uma mãe mata um bebê? Por que tantas mulheres abortam, e por que tantas mais desejam esse "direito"? Simples, para evitar responsabilidades indesejadas. Para que uma noite de putaria não se transforme em uma responsabilidade de vinte anos.

A solução patriarcal para isto era restringir o sexo apenas dentro do casamento, de forma que os filhos surgissem apenas em um ambiente ideal. Certo que ainda aconteciam abortos ou bastardos cá e lá, mas em menor número, e mães solteiras eram mal vistas. Isto podia ser ruim individualmente, não há dúvidas, mas socialmente tendia-se a uma sociedade mais serena.  

Talvez o que estejamos observando hoje seja a falência final dos ideais iluministas.

Na carta de independência americana, influenciada pelo iluminismo, fala-se no direito de cada um à "busca da felicidade". Mas talvez o problema seja justamente essa "busca da felicidade" individual. Não sei como era a vida na Idade Média, mas duvido que a busca da felicidade individual fosse o objetivo maior.

A verdade é que a busca dessa tal felicidade muitas vezes termina em fracasso e desilusão. Sim, todos ou quase todos caímos nesta armadilha, mas devemos aceitar que somos quase sempre vítimas de nossas próprias ilusões. Uma mãe que se sacrifica pelo próprio filho é mais ou menos feliz do que aquela que o aborta para seguir a sua carreira de modelo e atriz? Não sei, mas a primeira opção parece mais moralmente correta do que a segunda, independentemente do seu resultado final em termos de "felicidade", algo meio difícil de medir.

Talvez apenas tenhamos ido demais para o outro lado. Antes tínhamos uma sociedade mais focada no bem comum do que na liberdade individual, em especial das mulheres. Hoje é o oposto, a liberdade individual é levada ao extremo, chegando até a exemplos grotescos de pessoas que operam e mutilam o próprio corpo para "trocar de sexo" ou transformar-se em Kens, em Barbies ou até em dragões e lagartos.

O ideal seria um meio-termo entre aspirações individuais e ordem social, em resumo, uma busca do bom senso. Mas quando é que a humanidade conseguiu isso?


domingo, 27 de agosto de 2017

Sonho eterno

Ando meio melancólico e portanto meus posts parecem mais pessimistas do que na realidade deveriam ser. Afinal a vida é bela e não vale a pena ficar se preocupando por bobagens como a sobrevivência do Ocidente! O negócio é curtir e se divertir. E no entanto mesmo sabendo que é tolice, às vezes não consigo evitar a ansiedade com o futuro.

Alguém já fez teste genético para verificar sua ancestralidade? Já fiz, mas me arrependo. Assim como Google e Facebook obtém de graça os seus dados para utilizá-los para outros fins ou até vendê-los, parece que estas empresas como 23andme estão de olho na sua informação genética. Poderão utilizá-la para vendê-la a empresas de saúde, ao governo, ou a quem mais interessar.

Não apenas isso. Imagine um futuro em que as grandes corporações e os governos sabem tudo sobre seus genes, sua ancestralidade, suas capacidades e incapacidades, sua personalidade e suas possíveis doenças, e poderão utilizar isso contra você. Assustador? Que nada, é só o começo.

É interessante observar como temos hoje em dia a mais incrível tecnologia de controle total jamais criada. Quando "1984" e "Admirável Mundo Novo" foram escritos, não existia a Internet nem testes genéticos, e mesmo assim eles adivinharam bastante o que vem por aí. Mas a realidade pode ser ainda mais terrível.

Afinal a tecnologia pode ser uma liberação, mas também uma prisão. Imagine um futuro em que só existe o dinheiro virtual (e portanto todo gasto pode ser rastreado); carros auto-dirigíveis (todas as suas viagens também sendo gravadas); seus genes mapeados e você ainda tem um chip subcutâneo que transmite constantemente sua lozalização e todas as suas informações.

Neste mundo não haverá escapatória, e talvez seja meio o que os globalistas querem. De fato a vida do gado hoje em dia é mais ou menos parecida: recebem um chip ao nascer, vivem constantemente monitorados e finalmente quando chega a hora sofrem um "abate humanitário"...

Não sei, cada vez gosto menos da tecnologia e das grandes cidades, e às vezes penso que gostaria de me embrenhar num mato e viver lá para sempre sem qualquer contato com o mundo "online". Mas bem sei que tampouco isto é uma escapatória...

E no mais, quem sabe se tudo isto que achamos ser a realidade não é na verdade um sonho ou uma simulação? A ideia não é nem um pouco nova: anos antes do filme "Matrix" já havia sido preconizada por Philip K. Dick, e mesmo alguns filósofos da antiguidade já sugeriram coisas parecidas. Talvez o sonho seja realidade, e a realidade, sonho.

Enfim, como podemos saber? Vou lá dormir e sonhar, não me acordem até 2036.


Temas sobre os quais talvez um dia escreverei

Não ando tendo tempo ou paciência para textos mais exaustivos mas tive vários pensamentos sobre coisas sobre as quais gostaria um dia de falar. Aqui vai então um pequeno pout-pourri.

Negros são "cool"? O que explica a popularidade global da cultura e música negra? Vez por outra vejo que um carro pára no sinal tocando rap a todo volume, mas não é um negro no volante, e sim um branquelo. Rap e hip hop hoje em dia são muito populares entre brancos, e mais ainda entre árabes e latinos, e até mesmo entre os asiáticos. Dizem que os chineses na China são racistas contra os negros. Pode ser. Mas parece também que hoje muitos dos mais jovens costumam ter como ídolos os basquetebolistas negros da NBA. Na Coréia, vários músicos imitam o estilo hip hop negro, e os jovens coreanos se vestem de maneira a imitar rapeiros. Bem, detesto rap e hip hop e não gosto de basquete, mas é preciso admitir que os negros podem ser criativos. Alguns são bons comediantes e músicos. Eu costumava gostar de jazz e das cantoras negras dos anos trinta, ainda que hoje não escute tanto. Mas a cultura negra atual me parece tão focada na violência e na vulgaridade que não consigo entender seu sucesso, salvo que o Ocidente inteiro está em um mesmo processo de vulgarização mental, afinal, a música "branca" não anda lá muito melhor.

Por que judeus odeiam o cristianismo? Vez por outra tem algum filme ou série ou obra de arte que propositalmente satiriza ou critica o cristianismo e os cristãos. O último exemplo é uma série chamada "Preacher" que além de oferecer fartas doses de sexo e violência agora tem uma cena que mostra Jesus fazendo sexo. Também mostra um suposto descendente de Jesus que seria retardado mental devido à endogamia (oi? judeus criticando a endogamia?). OK, é verdade que os autores do material original são na verdade irlandeses (ex-católicos) e a roteirista parece ser anglo, mas os produtores são judeus. Enfim, talvez seja apenas anti-clericalismo irlandês, quem sabe? Anos atrás tinha uma comédia irlandesa chamava "Father Ted" que também tirava sarro do catolicismo, ainda que de modo leve e jamais desrespeitoso, e era divertida. Mas uma coisa é criticar a própria cultura e religião, e outra a dos outros. O chato é que não é a primeira vez que judeus fazem troça com o cristianismo, mas reclamaram do filme do Mel Gibson ser "anti-semita" e quase acabaram com a carreira dele, e tente fazer uma comédia sobre rabinos pedófilos. Ah, sim, a série em questão tira sarro de Jesus, cristãos e rednecks, mas não de gays, muçulmanos, negros, etc. Típico.

Quem tem mais chance, EUA ou Europa? Os EUA tem o tamanho e a maior liberdade, a Europa tem a memória do nacionalismo e das tradições étnicas. Os EUA tem os mexicanos, que são mais assimiláveis, e portanto mais difíceis de expulsar, a Europa tem os muçulmanos que se misturam menos e são mais agressivos, o que pode terminar numa guerra -- e em guerra vale tudo, até expulsão. Mas a situação está complicada para ambos. Minha impressão é que se houver um conflito ele ocorrerá primeiro na Europa, mas a longo prazo os EUA terão problemas maiores e terminarão se balcanizando em várias repúblicas. Já o Canadá será dividido entre chineses e muçuns.

Viva os japoneses. Dizem que os japoneses seriam "arianos honorários", mas isto não me parece um elogio. Os arianos nem são tão grande coisa assim e os japoneses têm a sua própria cultura, e digo mais, em vários aspectos melhor do que a ocidental. Não sei por que dizem que os asiáticos são menos criativos. Cineastas japoneses estão entre os melhores do mundo, adoro seus filmes. Falo de filmes mais antigos e clássicos, pois me parece que a geração mais recente também se americanizou. Ainda assim, eles resistem bravamente ao globalismo e continuam japoneses.

O paradoxo do multiculturalismo. Dizem que o tal multiculturalismo serve para aproximar as pessoas. Em certo sentido limitado isto é verdade. Em pequena e superficial escala, todos somos humanos e temos muitos dos mesmos problemas. Em ambientes controlados, como o trabalho ou reuniões de clubes, a diversidade étnica pode funcionar sem muitos problemas. Porém, o curioso é que hoje nas grandes cidades ocidentais temos sempre uma Chinatown, uma Koreatown (nem os asiáticos se misturam entre si), uma mini-Paquistão, a pequena Itália, o barrio mexicano, o gueto negro, e assim por diante. Ué! Mas se era para ficar cada um no seu canto, reproduzindo a própria cultura, então para que migraram em primeiro lugar? Quase pareceria que, como a água e o óleo, o mais natural é os grupos diversos não se misturarem, mas permanecerem isolados. Mas então, por que não manter esse isolamento e diferenciação que já existia na forma de estados-nação, ao invés de reproduzi-lo na micro-escala das cidades?

Censura pra valer. A máscara do "free speech" caiu. Google e Youtube começaram a censurar para valer vídeos que vão contra o sistema, e provedores estão negando hospedagem ou até tirando do ar vários sites "polêmicos". E este blog até quando permanecerá?



terça-feira, 22 de agosto de 2017

Breves Notas Sobre Millenials

Estive conversando superficialmente com Millenials, tanto europeus como norte-americanos e até mesmo alguns de outras nacionalidades e etnias não-brancas. Enfim, jovens na faixa dos vinte e começo dos trinta anos. Basicamente o que parece ocorrer é o seguinte.

- Gostam de drogas. Fumam, bebem, cheiram e tomam até LSD. Na minha geração também havia muitos maconheiros e alguns cocainômanos, mas parece-me que esta geração anda se drogando um pouco mais. Raros são os que não consomem ao menos maconha.

- Praticamente todos tem ao menos uma tatuagem, mas em número limitado; parece-me que ter muitas tatuagens pelo corpo todo começa a ser meio démodé ou coisa de classe baixa, mas não tenho certeza.

- Muitos são vegetarianos ou veganos, ou então preocupados com o glúten, etc. Enfim, a alimentação natural é uma de suas principais preocupações.

- Estão sempre com seus telefones ou então conectados em mídias sociais, mas isto não é novidade para ninguém.

- São a favor do multiculturalismo pois é como cresceram e vivem, mas parece-me que estão meio preocupados com a questão da imigração, ainda que raramente seja um tema de conversa.

- Politicamente tendem a ser progressistas, naturalmente, porém mais cínicos e desconfiados do que a geração anterior. Não são idealistas e estão por dentro de várias "teorias da conspiração", acreditando nelas ou não. Se tem uma causa que abraçam é ambientalista ou a dos animais, ou então a causa gay, mais do que lutas políticas.

- Parecem menos promíscuos do que a geração "paz e amor". Falam bastante sobre sexo, mas preferem praticar dentro de uma relação monogâmica convencional, ou várias breves relações monogâmicas mas sem tanta putaria. Porém, atrasam o quanto podem o casamento, e poucos são os que desejam ter filhos. Aqueles que já tiveram filhos em geral já estão separados.

- Talvez seja uma forma de proteção. Ao contrário do clichê de "narcisistas" ou "egoístas", é uma geração que, consciente ou inconscientemente, sabe muito bem que está mais fodida do que a anterior, e que seus filhos (se os tiverem) vão passar por uma situação pior ainda.


Papa Francisco é do Demônio?

Cresci católico, mas renego este Papa e espero que ele seja logo levado para as chamas do Inferno por Belzebu. Não seria de todo ilógico: Dante colocou uns quantos Papas no Inferno, acho que tem lugar para pelo menos mais um.

Agora o Padre Chico (recuso-me a chamá-lo de Papa) afirmou  que o bem-estar dos imigrantes é mais importante do que a segurança dos europeus, e ainda posou em uma foto revoltante com um grupo de muslims africanos.

Padre Chico vem da "teologia da libertação", aquela corrente comunista da Igreja na América Latina que foi um desastre, inclusive para a própria Igreja, fazendo-a perder milhões de fiéis para os evangélicos.

Os tolos dos padres comunistas acharam que ficariam mais próximos dos pobres apoiando reforma agrária, distribuição de renda e outras tolices. Que estúpidos. Pobre não quer comunismo. Pobre quer milagre. Pobre quer fé. Os evangélicos fizeram uma limpa na Igreja Católica.

É verdade que já desde (pelo menos) os anos 60 a Igreja Católica foi subvertida, mesmo assim, ainda existem algumas figuras mais tradicionais e não dá para entender como é que este bobo da corte foi eleito. É ainda mais estranho se pensarmos que o Bento XVI se aposentou, supostamente por "motivos de saúde" e ainda está vivinho da silva.

Além de muçulmanos, Padre Chico também adora confraternizar com hindus, protestantes, judeus e budistas. Tudo menos com católicos tradicionais.

Talvez o cálculo do Padre Chico e seus amigos seja de que tornando o catolicismo mais próximo do progressismo moderno, seja mais fácil converter os europeus de volta à religião. Rematada besteira, é claro. Quem já tem uma religião, no caso o progressismo, não vai trocá-la por uma que se rebaixa a imitá-la: querer copiar o progressismo é basicamente afirmar que este é superior aos valores milenares da Igreja. Então, pra que trocar seis por meia dúzia?

Não creio que seja isso; não acho que a intenção seja a de conseguir mais fiéis, mas justamente o contrário, a de diminuir o seu número, e a de aumentar o número de muçulmanos e de ateus.

Mas então, se Padre Chico quer isso, então ele é anti-católico e anti-cristão, e quer acabar com a sua própria Igreja. Porém, como ele não parece ser assim tão inteligente ou maquiavélico, só posso concluir então que existem outras "forças ocultas" que o estão comandando.

Sim, isso mesmo que vocês estão pensando: Padre Chico está possuído por Satanás, e busca nada mais e nada menos do que a destruição total da Igreja Católica e do Cristianismo, seguido do retorno sanguinário e triunfal do Senhor das Trevas!



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Calma, eles só querem que você morra!

É o fim da alt-right, ou apenas o começo? O fiasco de Charlottesville parece indicar de qualquer forma que algo está mudando, e não para melhor. Mais conflitos ocorrerão com certeza, infelizmente.

O evento no fim das contas foi um grande fiasco para a direita, mas também para a esquerda. Se os direitos com a ajuda da mídia ficaram parecendo um bando de palhaços desorganizados, os antifas não ficaram muito melhores e mostraram toda a violência e nojeira de que são capazes.

Com certeza também houve infiltração. Entendo as bandeiras confederadas, mas o que faziam bandeiras nazistas em um evento (supostamente) para protestar contra a remoção de uma estátua do General Lee? Bem, por outro lado o evento se chamava "Unir a Direita", o que em teoria incluiria todo mundo. Mas o tal Richard Spencer também parece outro infiltrado...

E o alt-righteiro que atropelou antifas - um inflitrado também? Uma "falsa bandeira"? Antes do incidente ele apareceu em um evento de uma organização nacionalista da qual ele não era membro. Quem é que vai com uniforme e bandeira da organização, se não pertence a ela, a não ser para enganar a mídia? E digo mais, pode ser apenas coincidência, mas alguns informam que a mãe do garoto é judia. Não que não possam existir nacionalistas brancos judeus, afinal eles não apóiam os nazis na Ucrânia, e não houve um caso famoso de um neonazi judeu que até virou filme? Mas que tudo é meio suspeito, isso é.

Enfim, tudo é uma confusão!

Seja como for, o problema é que quando não se deixa espaço para discutir de forma calma e moderada assuntos importantes como imigração, quando se acusa de "nazis" ou "nacionalistas brancos" até pessoas como Charles Murray, Steve Sailer ou o próprio Trump, você está no fundo aumentando a radicalização e os conflitos, deixando que apenas os radicais falem.

Talvez seja isso o que eles querem. Se os brancos são suicidas com suas políticas de imigração e de devolução cultural, os anti-brancos também são suicidas na medida em que parecem querer empurrar os brancos para uma radicalização cada vez maior.

Depois do fim da segunda guerra, dos direitos civis e do fim do comunismo, havia pouco interesse em novas guerras e em perseguição de negros, judeus ou quem quer que fosse. Bastava ficar de boa, e a elite permaneceria no comando por mil anos. Mas não, parece que eles não se contentam mais do que com o poder total, e vão continuar empurrando mais e mais, literalmente forçando conflitos e radicalismo cada vez maior de todos os lados, branco contra negro, judeu contra muçulmano, latino contra chinês.

Quando só houver 30% de brancos nos EUA e/ou na Europa, serão poucos brancos, mas estarão acuados e serão bem mais radicais e violentos. E eu aposto mais em 30% de brancos do que em 70% de não-brancos, aliás, mesmo se restassem só 10% de brancos ainda apostaria neles.

Mesmo assim, tudo parece uma confusão estúpida e desnecessária, um aumento de conflitos violentos que ninguém quer e que não vai ser bom para ninguém, nem mesmo para os doidos globalistas da elite - e nem dá para entender o que eles querem, talvez eles só queiram ver o circo pegar fogo, mesmo, afinal esta é a alegria do palhaço -- mas quem brinca com fogo acaba se queimando.

Eu ia terminar o texto por aqui, mas agora vi que houve um novo atentado com carros, desta vez em Barcelona. Por que Barcelona? Que país árabe eles invadiram desta vez? E por que antes eram sempre bombas e agora são sempre carros? Será que tudo isto não é uma manobra para tornar obrigatório o uso de carros auto-dirigíveis??

E por que estes porcos globalistas ficam tão doidos com algumas poucas pessoas protestando contra a remoção de uma estátua, quando arquitetam massacres e outras bizarrices? No mesmo dia em que sofreu o atentado, a Espanha acolheu um recorde diário de 600 novos refugiados. Este foi o agradecimento que recebem?

Nossa! Será que os globalixos e seus lacaios muçulmanos nunca cansarão de matar homens, mulheres, crianças e animais?

Sério, o que será que estas pessoas da elite têm? Doença mental? Um vírus na cabeça? São alienígenas reptilianos? São possuídos pelo Demônio??

Chega de genocídio branco e cristão. Fora não-brancos da Europa e EUA. Fora muçulmanos. Fora judeus. Fora negros. Fora asiáticos e hindus também. Fora todos! Apenas isso.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O resto é silêncio

Tá bom, tá bom. Chega de pessimismo! Hoje só quero ver passarinhos cantando, cachorrinhos brincando, gatinhos miando! E quero ficar longe nem que seja só por hoje das notícias do dia a dia e da Internet. Mas quem disse que conseguirei? Até depois. Boa semana a todos. Abs.
I have of late, (but wherefore I know not) lost all my mirth, forgone all custom of exercises; and indeed, it goes so heavily with my disposition; that this goodly frame the earth, seems to me a sterile promontory; this most excellent canopy the air, look you, this brave o'er hanging firmament, this majestical roof, fretted with golden fire: why, it appeareth no other thing to me, than a foul and pestilent congregation of vapours. What a piece of work is a man! How noble in reason, how infinite in faculty! In form and moving how express and admirable! In action how like an Angel! In apprehension how like a god! The beauty of the world! The paragon of animals! And yet to me, what is this quintessence of dust? Man delights not me; no, nor Woman neither; though by your smiling you seem to say so. (Hamlet, Act II, Sc. II)


domingo, 6 de agosto de 2017

E agora, quem poderá nos defender?

Quando foi que o Ocidente começou a degringolar? Foi antes ou depois da Segunda Guerra? Ou quem sabe ainda na Primeira Guerra, quando milhões de brancos se trucidaram entre si sem motivo? Foi na Revolução Francesa, que primeiro destruiu os alicerces tradicionais? Ou antes ainda? Foi com a extinção dos Neandertais?

A ideia do "Ocidente" (ou, mais especificamente da "América", já que a Europa mereceria uma discussão um pouco a parte) como um lugar de liberdade não é de todo ruim.

No outro dia ouvindo uma conversa com uma árabe secularizada, ela contou sobre a vida em países como Arábia Saudita ou Kuwait. Mulheres não podem sair de casa sozinhas ou acompanhadas de qualquer um que não seja seu pai ou seu irmão. Centros comerciais tem locais separados para homens e mulheres. Não existem cinemas, pois o escurinho da sala poderia dar lugar a contatos indesejados. Álcool é 100% proibido. Mulheres não podem dirigir nem fazer nada. Enquanto isso os sheiks bilionários tem acesso a uísque importado e contratam putas brancas e as obrigam a fazer coisas extremamente nojentas, e por muito dinheiro, elas fazem. Em resumo, é uma bosta. Um lugar primitivo para pessoas primitivas que não sabem controlar seus instintos.

São tradicionalistas? De certa forma são. Mas não vejo essas teocracias islâmicas como algo muito atraente, e entendo quem queira fugir de lá.

Por outro lado, em algum momento, o Ocidente exagerou, e virou também, só de que outra forma, um circo de freaks.

Agora a notícia do dia é sobre um suposto "casal gay" que teve filhos. Na verdade um deles é apenas uma mulher que tomou hormônios masculinos para ter barba e outras características masculinas. Mas enfim, continua sendo biologicamente mulher. Um caso grotesco, bizarro, e que com certeza trará um sem fim de tristezas para a pobre criança nascida nesse berço pouco esplêndido. E no entanto o caso está sendo celebrado e paparicado por todas as pessoas "de bem".

Moro numa cidade multicultural na qual a assimilação é a norma. 90% das pessoas abaixo de 30 anos tem tatuagem, e casais mistos são extremamente comuns. Brancos com hindus, brancos com asiáticas, brancos com latinas, negros com brancas, e até -- e isto é novidade recente pois antes quase não via e agora vejo até com certa freqüência -- brancos com negras.

Confesso que este último caso não me incomoda. Gosto de mulheres negras. São simpáticas e espertas. Os outros casos de miscigenação tampouco me incomodam muito. Conheço um alemão que está fornicando com uma hindu. Que sejam felizes e tenham muitos filhos! Na verdade, acho que só não gosto de ver homens negros com mulheres brancas. Mas não sei por que. Acho que é porque tendo a não gostar de homens negros: possuem todas as características que não admiro: extroversão exagerada, agressividade, petulância, sempre rindo, roupas ridículas, gosto musical estúpido. E vê-los com uma branca atraente realmente é perturbador. Até por que não consigo entender o lado delas. Se fosse uma branca gorda, feia, tatuada, rejeitada, OK; mas brancas bonitas? É como ganhar na loteria e jogar o dinheiro pelo ralo.

Mas tudo bem, esses são apenas detalhes, o furo é mais embaixo.

Vejam bem, o problema do multiculturalismo é que, no fim, ele não representa nada. As pessoas no fundo continuam tribalistas. Sob a aparência da mistura, que no entanto é limitada, o que se vê é mais uma cidade segregada. Bairro iraniano, bairro chinês, bairro turco, bairro armênio, bairro aborígene, etc. E pessoas cada vez mais enclausuradas em si mesmas, perdendo totalmente o senso do coletivo.

O problema de fato é que em algum momento a "liberdade" do Ocidente que era para ser algo mais intelectual virou meramente a liberdade de beber todas, tomar todas as drogas possíveis, tatuar o corpo inteiro e dar a bunda. E, claro, a liberdade para qualquer um imigrar -- mas claro que só numa direção, de não-brancos para países brancos. Já a liberdade intelectual, bem, essa está sumindo, e nem tão lentamente assim.

Não consigo ver isso como algo positivo. Limites são necessários na vida. Se tudo vale, por que não incesto ou pedofilia? Realmente, por que não?

Não sei dizer se foi o ocaso da religião, o cansaço com as guerras nacionalistas, a constante subversão midiática, a lavagem cerebral de nossos velhos conhecidos transformando a mera existência de brancos não-multiculturais em "racismo", o neo-imperialismo americano, ou outro motivo o que gerou essa mudança. Acho que foram todos esses fatores e mais uns outros, e foi uma mudança gradual.

A questão mesmo é se toda essa desgraça pode ser revertida, e se isso pode ser feito antes que seja tarde demais.

As elites políticas estão vendidas e são inimigas do povo. A população drogada por apetrechos tecnológicos e mídia social (quando não por drogas mesmo, 38% dos americanos adultos já tiveram receitados medicamentos à base de ópio, e a marihuana já é legal em muitos estados) nada faz para protestar, aliás, até celebra estas aberrações. As poucas pessoas que levantam estas questões são recriminadas e ostracizadas. Enquanto isso a elite constrói seus bunkers e a diferença entre ricos e miseráveis só aumenta. Quem pode pode, e quem não pode, se sacode. O globalismo está no comando e só não se sabe se o futuro nos reserva onflitos eternos entre diversos povos ou um estado autoritário escravista global.

E agora? Quem poderá nos defender?