domingo, 28 de maio de 2017

Poema do Domingo

Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Fernando Pessoa

sábado, 27 de maio de 2017

É a cultura, estúpido!

Pois é, mais um terrorista "britânico" (isto é, líbio filho de refugiados líbios, mas como nasceu na Inglaterra, virou "britânico" para a mídia) atacou no outro dia.

Nem vou comentar o atentado em si, que já virou banalidade, bem como as respostas previsíveis de acender velinha e falar que "nossa comunidade multicultural está acima disso tudo" e "o amor vence o ódio".

Aliás, vocês perceberam como a mídia progressista adora falar em "amor"? No caso dos gays também, é "amor" para cá e "amor" para lá. Ora, não caiam nessa. Trata-se da conhecida tática esquerdopata da inversão satânica. Quando eles falam "amor", na verdade estão falando em ódio e/ou em perversões e putaria desenfreada.

Mas o que foi interessante neste caso foi o atentado ter ocorrido neste concerto da tal Ariana Grande. Nem conhecia a figura, mas parece mais uma vadia adolescente na linha de Miley Cyrus. A maioria do público era formada por crianças e meninas pré-adolescentes aprendendo a ser putinhas, e levadas ali pelos próprios pais.

Enquanto no Brasil as crianças de oito anos que aprendem funk e axé sob o olhar benevolente das mães são na maioria de classe baixa, nos EUA e Inglaterra até as famílias de classe média adoram estes espetáculos grotescos.

Outra coisa que chamou a atenção na semana foi a foto das "primeiras-damas da OTAN" que incluíam um "primeiro-damo" homossexual, bem como uma primeira-dama de 65 anos casada com um "homem" de 39 e vestida como uma adolescente.

Sejamos sérios, não é? Qualquer esperança para o Ocidente passa pelo fim desta cultura absurda, patética e auto-destrutiva.

O problema não é a imigração. Imigração é apenas um sintoma, a doença vem de mais atrás. Um corpo é atacado por microorganismos quando está fraco, é natural.

O problema também não é a manipulação midiática. Esta é grave, mas também apenas aumenta um problema pré-existente que no entanto está muito além disso.

O problema é que o povo euro perdeu a confiança em si mesmo. Talvez tenha sido a "morte de Deus" (isto é, fim da crença religiosa substituída pelo niilismo) preconizada por Nietzsche já há mais de 150 anos. Ou talvez seja a dissolução da cultura tradicional num mundo cada vez mais fragmentado. Ou uma soma de várias coisas juntas.

Mas o fato é que será muito difícil mudar a situação, sem uma mudança total do modo de pensar. E isto não é algo que pode ocorrer de um dia para o outro.

Há algo de podre no reino da Dinamarca - e da Suécia, França, Alemanha, Itália, EUA, Canadá, Japão, Coreia, etc, etc...

Ariana Grande dando o exemplo às criancinhas.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,

Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...

Mario Quintana


quinta-feira, 18 de maio de 2017

A maldição de Cassandra

Cassandra é aquela personagem da mitologia grega que fazia previsões, mas, por maldição, ninguém acreditava em suas profecias. Que, no entanto, eram sempre corretas.

Eu diria que nós que vemos mais ou menos o que está acontecendo no mundo fora da hipnose da mídia somos como "Cassandras", salvo que não estamos fazendo nenhuma previsão fenomenal, ao contrário, nem mesmo é previsão, é mera descrição do presente negada pela mídia e pela maioria das pessoas, que não quer enxergar.

Mas, para quem enxerga, os problemas contemporâneos são bem visíveis. Não é preciso ser um gênio para observar que a imigração de milhões de árabes e africanos e latino-americanos para os países anteriormente conhecidos como brancos irá causar uma série de problemas e tornar estes países mais parecido com o "terceiro mundo" de onde estes imigrantes vieram. Terrorismo, aumento do crime, pobreza, doenças, além de conflitos étnicos e raciais.

Loucura é o contrário, é acreditar que a partir dessa mistura total de povos e religiões e etnias surgirá uma "utopia multicultural" onde todos conviverão em paz. Quando na História humana isso ocorreu? Quase sempre que isso foi tentado, da época Romana ao imperialismo do século XIX, terminou em banhos de sangue.

E o problema nem é a imigração em si, é claro. Esta é apenas um sintoma. Um corpo é atacado por microorganismos quando está fraco e doente. E o povo europeu está fraco e doente, ao menos desde 1914 (alguns diriam desde 1789). O problema é acima de tudo cultural; o que vemos hoje é apenas o resultado de décadas (séculos?) de uma lenta decadência.

O Império Romano caiu por sua elite estar decadente, não devido às "invasões bárbaras". Porém, como resolver a "decadência"? É possível, ou é apenas aquela teoria dos ciclos? Tudo que sobe, desce? E tudo que desce, será que sobe também? Isto não parece ser uma verdade absoluta, ao menos no mercado de ações - às vezes o que desce, só desce mesmo.

Eu não sou bom em profecias. Não tenho a menor ideia do que ocorrerá e nem qual pode ser a solução. Só sei que a seguir assim enfrentaremos um período de trevas bastante desagradável. E não estou falando em termos de séculos, mas décadas à frente. Aliás é algo que, em vários sentidos, até já começou.

Por outro lado, não dá para ser sempre pessimista, e acredito que mensagens positivas também devam ter o seu lugar. Afinal, se tudo vai mal, é sinal que sempre pode piorar, mas também, que pode melhorar. Enquanto há vida há esperança, não é o que dizem?

Em resumo, ainda tem muita água para passar por baixo da ponte, e muita coisa para acontecer.

Como não sou um visionário nem um profeta, só descrevo o que vejo e que todos poderiam ver também, se quisessem. Claro que apontar soluções é naturalmente muito mais difícil, e não cabe a mim fazer isso mas aos que virão e viverão neste futuro que se aproxima; mas tudo, como no caso dos Alcoólatras Anônimos, começa por enxergar que você tem um problema.

O outro drama de Cassandra, claro, é que ela jamais se cala. É considerada louca, burra, mentirosa, mas em vez de aprender a lição e parar de repetir verdades, continua a repetir os seus alarmes, dia após dia, sem parar. Ah, se pelo menos Cassandra se calasse, então quem sabe poderíamos viver em paz...

Cale a boca, Cassandra!



segunda-feira, 15 de maio de 2017

Alegria, alegria, por que não?

Tudo vai mal, cansei de dizer, mas também nem tão mal assim. Isto quer dizer que pode piorar, mas também que, com sorte, pode melhorar.

No outro dia reclamei da democracia, porém, devo admitir que prefiro viver sob este regime do que sob um regime autoritário no qual eu sequer teria a opção de ter um blog escrevendo o que quiser. Esta era a realidade no regime soviético e ainda é assim em vários países como Arábia Saudita, Kazaquistão, entre outros.

É verdade que as elites do "Ocidente" estão fazendo o possível para criminalizar cada vez mais o discurso, e, salvo os EUA que ainda mantém por ora a sua fé no "First Ammendment" apesar dos assaltos, a maioria dos outros países tem várias leis proibindo certos tipos de discursos, da negação do Holocausto à critica a negros, muçulmanos ou gays.

A esquerda é totalitária por natureza, não pode evitá-lo, e hoje já está chegando a níveis soviéticos. Não contente com chamar de "extremista" qualquer um que discorde de suas ideias, agora já quer eliminar a memória e modificar o passado, removendo estátuas e bandeiras.

Mesmo assim, ainda não é uma ditadura explícita; você arrisca a perda do emprego e o ostracismo social, mas não a morte e só em raros casos a prisão. Então, para que chorar?

Muito embora os conflitos violentos aumentem no dia a dia, não estamos em guerra. Isto pode vir a acontecer mais cedo ou mais tarde, mas por enquanto devemos agradecer que esse tempo não chegou. Só um terrorismozinho aqui e ali. Nada de mais, não é?

A imigração é um problema? É, e gravíssimo! Mas pensemos. O Brasil virou o que virou depois de uma mistura de 500 anos, resultado de colonização, escravidão, imigração e miscigenação. Então, o que de pior pode acontecer com países como a França ou EUA em situação parecida? Virar um Brasil. Sim, seria uma bosta, mas milhões de pessoas vivem no Brasil sem reclamar tanto, e o país até tem algumas coisas boas, então, tampouco é o fim do mundo.

Além disso, conforme sentenciou este professor (um imigrante alemão nos EUA):
O número de pessoas mestiças que se vêem como brancas crescerá muito mais nas próximas décadas, principalmente como resultado do aumento de casamentos entre brancos e latino-americanos e brancos e asiáticos. Na década de 2040, quando os filhos dessas uniões se tornaram adultos, um número significativo casará com brancos e terão filhos - aumentando ainda mais a população vista como branca e, portanto, a maioria branca
Perceberam a magia? A maioria branca aumentará, simplesmente com o aumento do número de pessoas que se consideram brancas no censo. Nossa! Como é que ninguém pensou nisso antes? Por essa lógica, até os habitantes do Congo poderão se considerar brancos, e assim se tornar da noite para o dia os membros de um país branco, rico e próspero.

No bairro em que moro vejo cada vez mais negros e árabes muçulmanos. Uma mente menos iluminada do que a minha poderia interpretar esses fatos como substituição demográfica e reagir com depressão. Mas eu, agora, vejo isto com alegria, é apenas a semente da vida que fervilha aqui e acolá em suas diversas manifestações! Eles são brancos. Todos são brancos, até os negros. O casal de um negro com uma branca que vi deitado na grama junto ao seu bebê de raça mista fazem parte deste mesmo coletivo. Uma nova comunidade, cuja brancura não é mais baseada na cor, no parentesco, nos genes, na religião ou na etnia, mas na profunda igualdade que une os homens!!!

Seja você também parte da mudança que deseja ver no mundo. Seja branco você também.

Sorria, e alegre-se!

50 tons de branco.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Cornos apaixonados

O termo "cuck" que virou moda na altrighteosfera vem de "cuckold" que em português é "corno". Normalmente visto como uma situação tristonha, ser corno faz tempo já virou fetiche sexual, em especial entre o pessoal mais à esquerda. Vejam aqui uma descrição de uma praticante anônima no blog da Lola.
sou fetichista e amo cenários cuckold, que, aparentemente é o crime sendo condenado aqui, e bom, se o cara que curte fazer fazer cornos está indo pra fogueira, imagina eu que adoro ser vaca e mandar maridinho limpar a porra de outro homem? e maridinho que leva café da manhã na cama pra mim e pro outro?
Alguns jornalistas da grande mídia até estão informando que não só não há nada de errado com esse fetiche, como, pasmem, ele é praticado principalmente por pessoas de "alto QI" (curioso como a mídia quase sempre ignora o tal QI, exceto em artigos como este). A sugestão é clara: se você é inteligente, amigo, seja corno também. Os cornos são os novos gays.

A própria reportagem ainda afirma que muitos "cuckolds" adoram principalmente amantes negros para apimentar a relação. Bem, nada de novo aí. A mídia adora promover estas misturas.

Só que nem sempre o "cuckolding" é explicitamente sexual ou tem a ver com a miscigenação. A adoção de criancinhas negras ou asiáticas pelas celebridades também pode ser visto como uma forma de "cuckolding", no sentido original da palavra, a de criar o filho dos outros (como o pássaro cuco, que coloca seus ovos nos ninhos de outras aves).

Bem, pessoalmente nada tenho contra a adoção, mas alguns exageram. Já falei do caso do casal americano evangélico que, em vez de ter filhos naturais, aceitou implantar embriões negros no útero da esposa. É uma forma literal de "cuckolding", afinal, que diferença faria se a mulher tivesse em vez disso se deitado com um negão para procriar? Aliás, um filho dela com o negão ao menos teria 50% de seus genes, ao invés destes bebês com o qual nenhum dos dois "pais" tem parentesco algum.

Alguns, ao invés do sexo ou da adoção, utilizam outros meios para fins parecidos: querem visualmente se aproximar dos negros. Foi o caso de Rachel Dolezal e, agora, o desta hilária alemã que aumentou os seios, os lábios e as ancas e fez bronzeamento artificial.

Foi criticada. Mas não pelas bizarras modificações corporais certamente nocivas à saúde: somente por tentar "aparentar ser negra". Curioso que passar de homem para mulher ou até de negro para branco (como Michael Jackson) é aprovado, mas passar de branco para negro, não. Ué, mas não seria uma forma de afirmar a "superioridade" da raça negra? O recente filme "Get Out", sucesso entre branquelos, trata justamente disso, de brancos fetichistas que desejam reencarnar no corpo de negros.

Enfim, nunca entendi estes fetiches bizarros, mas quem é que entende os desejos humanos?

Antes e depois.

Disclaimer: O fato de eu citar ou publicar a foto de uma pessoa indicada pela mídia como "branca" não significa necessariamente que eu concorde ou discorde com tal afirmação nem que seja uma forma de me manifestar sobre o percentual caucasiano absoluto do indivíduo em questão. Quando utilizo o termo "branco", ou mesmo "negro", não estou me referindo à sua pureza racial, mas a como o seu fenótipo é interpretado pela maioria das pessoas, o que tampouco quer dizer que eu concorde ou discorde com esta maioria. Este blog não é responsável pelos efeitos nocivos que um erro na interpretação do nível de brancura possa causar, como stress, desânimo, ódio, crises de pânico, etc. Antes de ler, consulte seu médico.  

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Uma arte à parte

Já falei várias vezes que considero a maioria da arte contemporânea um lixo, em especial as artes plásticas e a arquitetura.

Arte não é para ser "qualquer coisa"; essa ideia tola começou com o Duchamp e só piorou desde então.

A arte sempre foi um sistema de regras e tradições que exigia técnica e conhecimento. No caso da pintura, conhecimento de anatomia, cores, composição; no caso da poesia, a métrica e as figuras de linguagem, e assim por diante.

Bem, grande parte da "arte" feita hoje em dia é feita apenas com intuito de causar escândalo ou então promover certo tipo de "mensagem" - ou seja, não é arte. É, no melhor dos casos, propaganda; no pior, mera vontade de destruição, ou anti-arte. Busca a feiúra ao invés da beleza, a degeneração ao invés da virtude.

É claro que isso é feito propositalmente com o intuito de provocar. Um exemplo recente foi a do "artista" recentemente escolhido para criar uma imensa pintura no chão da torre Eiffel em Paris: desenho de um personagem negro beijando uma branca, rodeado por imagens de vários negros e brancos dando a mão. Elogio clichê da diversidade. Porém, ao consultarmos a obra anterior do artista, vemos que é ainda mais doentia: ele parece dedicar-se exclusivamente a mostrar imagens de personagens negros estuprando e matando personagens brancos.

Bem, tudo isso é notícia velha, é claro. Mas hoje em dia algo ainda pior está ocorrendo, e é que os progressistas ocuparam tanto o campo artístico que nem querem deixar espaço a quem não é progressista ou pretende fazer uma arte mais tradicional.

Aqui por exemplo vemos que vários supostos cineastas resolveram boicotar um festival porque este aceitou na sua programação um filme de documentário sobre o Olavo de Carvalho. Ué! Então eles só vão participar de festivais nos quais concordem com o conteúdo de todos os filmes exibidos? Parece ser um tipo implícito de censura, ou talvez seja medo de competir. Patético, de qualquer forma, além de um tiro no pé que só aumenta o ibope do Ovalão.

A esquerda artística ficou tão burra que agora já canibaliza a si mesma. Aqui por exemplo temos o caso de uma artista canadense esquerdista que, por pintar quadros se inspirando na arte indígena, foi criticada e teve sua exposição cancelada por fazer "apropriação cultural".

Estou em dúvida se o conceito mais estúpido já inventado foi o de "cisgênero" ou de "apropriação cultural".

Todo artista se inspira em outros artistas, é elementar, é como a arte se renova. Nada sai do nada. Até Shakespeare e Boticelli poderiam ser acusados de "apropriação cultural", quando não de plagiários mesmo, tanto que copiaram de outras fontes.

Mas é claro que a intenção é outra, é, mais uma vez, uma forma de censura aos artistas brancos, que são os únicos acusados de "apropriação cultural". Nunca vi nenhum artista negro ou asiático ser acusado de "apropriação cultural" por utilizar a pintura à óleo, técnica desenvolvida pelos europeus.

Houve um tempo em que os progressistas alegavam ser mais intelectuais, mais artísticos, mais cultos e mais abertos ao diálogo do que os "retrógrados conservadores". Talvez fossem, mas agora está ficando cada vez mais difícil acreditar nisso.

Terminaram acreditando tanto em sua própria propaganda, que hoje a maioria viraram umas antas sem talento ou inteligência, e, quanto à sua "arte", até um macaco faria melhor.

O famoso artista Pierre Brassau. Apropriação animal?

terça-feira, 9 de maio de 2017

Dover Beach

The sea is calm tonight. 
The tide is full, the moon lies fair 
Upon the straits; on the French coast the light 
Gleams and is gone; the cliffs of England stand, 
Glimmering and vast, out in the tranquil bay. 
Come to the window, sweet is the night-air! 
Only, from the long line of spray 
Where the sea meets the moon-blanched land, 
Listen! you hear the grating roar 
Of pebbles which the waves draw back, and fling, 
At their return, up the high strand, 
Begin, and cease, and then again begin, 
With tremulous cadence slow, and bring 
The eternal note of sadness in. 

Sophocles long ago 
Heard it on the Ægean, and it brought 
Into his mind the turbid ebb and flow 
Of human misery; we 
Find also in the sound a thought, 
Hearing it by this distant northern sea. 

The Sea of Faith 
Was once, too, at the full, and round earth’s shore 
Lay like the folds of a bright girdle furled. 
But now I only hear 
Its melancholy, long, withdrawing roar, 
Retreating, to the breath 
Of the night-wind, down the vast edges drear 
And naked shingles of the world. 

Ah, love, let us be true 
To one another! for the world, which seems 
To lie before us like a land of dreams, 
So various, so beautiful, so new, 
Hath really neither joy, nor love, nor light, 
Nor certitude, nor peace, nor help for pain; 
And we are here as on a darkling plain 
Swept with confused alarms of struggle and flight, 
Where ignorant armies clash by night.

Matthew Arnold

O circo da "democracia"

"Se votar mudasse alguma coisa, seria proibido." A frase é atribuída a Mark Twain, mas não se tem certeza.

Seja a frase de quem for, é verdade que a democracia moderna é uma farsa. Candidatos são escolhidos antes, e depois são vendidos como produtos ao consumidor. É como se o dono do supermercado oferecesse para você: "Coca ou Pepsi, qual você quer?" - você faz a sua escolha, e depois ele continua mandando no supermercado, como sempre.

O que a democracia vende é apenas o mito da participação popular.

Nos últimos tempos, os candidatos que estão sendo mais vendidos são aqueles que apelam principalmente ao voto jovem e feminino. Candidatos de relativa baixa idade, com fama de "novatos" na política, "bonitos" (naturalmente, com um quê de ambiguidade sexual, e não por acaso muitos tem fama, merecida ou não, de ser secretamente gays). Obama, Trudeau, e agora Merdcron são deste tipo.



Quando isto falha, temos a candidata "mulher forte, feminista". Angela Merkel, Hillary Clinton, Theresa May, e a própria Marine Le Pen talvez poderiam entrar nesta categoria.


Aí, quando o povo pára de acreditar nesse produto, vende-se então o falso nacionalista, ou Nacionalista Light. É o que ocorreu nos EUA com Trump, após oito anos de cansaço com Obama.

O voto não mudará nada. A mudança real passará apenas pelo fim da democracia moderna, que é só um sintoma da doença mental ocidental.

Talvez possamos voltar a ter esperança com a desintegração do território americano e europeu em vários potentados independentes, divididos por etnia e religião. Será horrível mas será bom.

Do caos e das cinzas talvez algo poderá renascer.

No meio tempo, lembrem-se de estocar armas e alimentos, amiguinhos.

Carnaval macabro

Algum dia, daqui a uns trezentos anos ou quinhentos, futuros arqueólogos examinarão as imagens de nossa era e ficarão atordoados.

Como foi possível uma civilização avançada ter regredido a tal ponto?

Como foi possível que os nativos tenham aceitado sem revolta e até mesmo aplaudindo a sua total substituição demográfica?

Como é possível que alguns tenham até mesmo desejado querer passar disto para isto?

Ah, mas eles subestimam a capacitade humana e em especial branca para a vaidade. A vaidade mata...

Recentemente uma imigrante muçulmana no Canadá deu a seu filho o nome de "Justin Trudeau". Justin Trudeau Adam Bilal, para ser mais preciso. É seu sexto filho. Ainda poderão vir outros. Os canadenses estão orgulhosos de sua diversidade!

Chega a ser até engraçado como os imigrantes, mal desembarcados de suas fétidas favelas, já se tornam "cidadãos locais". Cantam o hino, recitam o lema, vestem-se com a bandeira local. "Daqui não saio, daqui ninguém me tira."

Os Novos Suecos pedem passagem. Salve Xangô!

Seguem para a posteridade algumas imagens deste carnaval macabro que é a sociedade ocidental atual.

Vanitas vanitatum et omnia vanitas.









domingo, 7 de maio de 2017

Os globalixos venceram

As manchetes dizem que o "centrista" Macron ganhou contra a "extrema direita" representada por Le Pen. Que piada. Estes rótulos não significam nada. Os franceses colocaram no poder um banqueiro globalista a soldo dos Rothschild e possível homossexual enrustido que irá sodomizar de vez não apenas a França, como toda a Europa.

Aliás, bem antes das eleições, ele já falou para os entendidos qual vai a ser a sua missão: estuprar o Leste Europeu empurrando imigrantes para eles também, com a ajuda da Alemanha, que nunca perde uma oportunidade para ferrar com a Polônia.

E por falar em Alemanha, a MinistrA de Defesa (um país que tem uma mulher no comando do exército é um país perdido) está preocupada com o terrorismo - o terrorismo de "extrema direita", isto é. E está limpando o exército de "símbolos nazistas". Diz que não deixará pedra sobre pedra. Realmente, o maior problema da Alemanha hoje em dia é o terrorismo nazista, que não deixa os pobres e inocentes imigrantes em paz.

Enfim, a verdade é que a tal "União Européia" sempre foi apenas um projeto de poder das elites políticas francesas e alemãs, bem como de outros grupinhos internaZionalistas de sempre, empurrando lixo para o resto da Europa.

Mas o povo votou, e o povo continua apoiando esses políticos e o multiculturalismo e toda a degeneração que estamos cansados de ver, então, quer saber? Nem me importo mais. Que se explodam (literalmente).

E que se divirtam com a sua amada diversidade.


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Religião: problema ou solução?

Devo confessar uma coisa: não sei viver. Emprego, família, relações afetivas, planos, todas as coisas que deveriam fazer parte de uma vida normal, para mim terminam sendo uma confusão ou um mistério e não consigo compreender quase nada do que me acontece. Faço tudo muitas vezes em uma espécie de piloto automático, sem real controle sobre o que ocorre. Às vezes nem sei se estou vivendo ou apenas tendo uma alucinação. Não sei se com todos é assim, acho que não. Espero que não.

Digo isso para explicar por que não me sinto ou me posiciono como um conservador, já que não vejo nem posso me sentir digno de dar conselhos ou explicar o jeito certo de viver a quem quer que seja, e grande parte do conservadorismo é isso, passar adiante as tradições e explicar às novas gerações o modo correto de ser e viver. 

A própria questão da religião é um mistério para mim. O que sim sei é que o homem é um ser caído, podre, matéria prima bruta com a qual pouco de bom pode ser criado. Tenho para mim que qualquer pessoa, sim, até mesmo você, caro leitor, pode ser capaz das maiores atrocidades. Matar, roubar, estuprar, enganar. Ser um assassino, um masturbador compulsivo, um pedófilo! Se abandonados aos próprios instintos, sem qualquer tipo de controle ou autocontrole, somos todos devassos, nojentos, cruéis, egoístas e repulsivos.

Algumas pessoas precisam que esse controle seja externo. "Ela seria uma boa pessoa se houvesse uma arma apontada para a sua cabeça cada minuto de sua vida" (Flannery O'Connor).

E no entanto se existe o mal dentro de nós, também existe a possibilidade do bem, muito embora este seja bem mais difícil de praticar. Mas creio que há sim algo dentro de nos que nos indica quando estamos fazendo o mal, e quando o bem. Creio que esta diferença seja clara mesmo para o mais cruel dos serial killers: não é que ele não saiba o que é o bem e o que é o mal, é apenas que se compraz em fazer o mal.

De onde vem esta consciência, esta noção de um certo e de um errado? Mera memória do que nos foi ensinado na terna infância? Ou algo ainda anterior, que está dentro de nós independentemente da socialização?

Isto é ainda mais estarrecedor ao descobrirmos ao longo da vida que fazer o bem não garante nenhuma recompensa, ao menos não nesta vida, enquanto que na média os psicopatas e sociopatas obtém maior status, mulheres e bens materiais.

Tenho pensado nestas coisas e tentado conciliar com a existência deste blog que jamais teve uma orientação política ou religiosa muito clara, e não encontro uma resposta às minhas perguntas.

A ideia de que tenhamos autoconsciência e de que exista um código pré-existente de certo e errado, de bem e de mal, parece apontar para um sistema ordenado que independe de nós; para um elemento além da humanidade que nos orienta ou desorienta.

Não sei se existe "algo mais" ou algum sentido; sei que a busca de "algo mais" e de "sentido" perpassa todas as nossas atividades, e faz parte de nossa própria natureza. Mas então esta não seria já uma prova de tal existência? Se tenho sede, é por que sei que existe Água?

Ou, como melhor disse Fernando Pessoa,

Se é falso crer num deus ou num destino
Que saiba o que é o coração humano,
Porque há o humano coração e o tino
Que tem do bem e o mal? 

O curioso e por vezes estapafúrdio blogueiro Aeoli Pera escreveu no outro dia que a ordenação da sociedade em um sistema deveria ser, em ordem de importância:

Deus > sentido > religião (moral) > genética > arte > identidade > cultura > política > economia

Porém, segundo ele, existem perversões do sistema:

Para os libertários, economia > política.
Para os marxistas, política > cultura
Para os falsos conservadores, política > identidade
Para os guerreiros da justiça social, identidade > arte
Para os fascistas, genética > religião
Para os ateus, sentido > Deus

Será que isto faz algum sentido? Não tenho certeza.

Estou sendo demasiado hermético? Acho que fico por aqui. Textos filosóficos não são o meu forte. Peço perdão por estas mal traçadas linhas, e por tudo o mais que escrevi.

Tudo isto foi só para dizer que talvez um dia se Deus quiser e me oferecer provas contundentes de sua existência eu retorne ao seio da Igreja Católica, de onde só saí por más influências atéias como Carl Sagan e Bertrand Russel, que hoje provavelmente estão ardendo nas chamas do inferno. Um dia destes me reconverterei, farei voto de pobreza e de castidade, e pararei de blogar, pois é pecado.

Vade retro, Satanás.

Idéia para um possível livro?

Tive uma ideia para um livro ou ao menos um texto mais longo sobre feminismo e as relações entre homens e mulheres na nossa época. Uma espécie de manual de auto-ajuda para losers, a ser publicado apenas online e de forma independente, sem objetivos de lucro.

Se alguém quiser contribuir, basta contar a sua triste história nos comentários - pode ser de divórcio, de fracasso nos relacionamentos, ou então histórias de superação, ou qualquer outro evento que possa ser interessante.

A ideia é meramente traçar um panorama de como as mudanças sociais e tecnológicas tem afetado a relação entre os sexos, como a "quinta onda" feminista está destruindo a sociedade, e como fazer para sobreviver neste mundo cão, ou morrer tentando.

Como raramente termino meus projetos de maior alcance, não sei se no fim escreverei nada disso, mas não custa tentar. Talvez haja menos posts durante esse período, por isso antecipei alguns. Cuidem-se.

Abs.

Minhas duas exes em foto de Artemisia Gentileschi.

Poema do Domingo

A Solidão e Sua Porta

Quando mais nada resistir que valha 
a pena de viver e a dor de amar 
E quando nada mais interessar 
(nem o torpor do sono que se espalha)

Quando pelo desuso da navalha 
A barba livremente caminhar 
e até Deus em silêncio se afastar 
deixando-te sozinho na batalha

Arquitetar na sombra a despedida 
Deste mundo que te foi contraditório 
Lembra-te que afinal te resta a vida

Com tudo que é insolvente e provisório 
e de que ainda tens uma saída 
Entrar no acaso e amar o transitório.

Carlos Pena Filho

Brancos, negros e judeus: conflito eterno?

Eu ia avisar, muito cuidado com os jovens e, em especial, com os adolescentes. Ao menos nos EUA, parece que uma estranha epidemia está acometendo as pessoas de tal idade, levando-as a cometer arrastões em trens e outros crimes violentos e imprevisíveis!

Mas aí fui ver que o fato ocorreu em Oakland, e Oakland é famosa por ter uma grande comunidade afro-americana, então acho que podemos adivinhar o tipo físico dos meliantes. Ué! Mas então por que a mídia não avisou nem colocou fotos deles?? Muito estranho...

Enfim, caso se confirme o fato, podemos afirmar sem temor de sermos racistas, que o principal problema dos negros é que muitos deles tendem a cometer crimes violentos e estúpidos. Roubar e matar alguém por um par de tênis ou por dez dólares, ou fazer esse tipo de arrastão no transporte público ou em lojas. Nem chicanos aturam isso, e é a razão principal pela qual os bairros negros estão sendo etnicamente limpados pelos mexicanos. Pobres negros honestos! Mas quem manda fazer este tipo de tolice? 

Mas aí o branquelo também é bem estúpido. É certamente a raça mais ingênua de todas. Acredita piamente em universalismos abstratos, e que todo mundo é como ele. Quer porque quer transformar os negros em brancos, o que jamais foi do interesse deles. Negros em geral gostam de ser negros, e mesmo se não gostassem, não teriam como mudar. 

O branco também é culpado de viver querendo "parecer bom", mais do que em realmente "ser bom". Estou cansado de ver madames branquelas chorando pelos "negros" ou pelos "refugiados sírios" enquanto tratam seu vizinho ou sua empregada como lixo. (E não apenas mulheres, embora sejam a maioria: homens também. Fiquei cansado de ver brancos na Califórnia apoiando imigração ilegal, altos impostos e todas as sandices Democratas, mas ai de você se pisar em uma graminha do quintal da casa deles. Quando a situação piora, eles simplesmente mudam para outro estado para repetir o ciclo).

A verdadeira caridade é aquela feita sem pavoneamento ou exibição. "Não deixe a mão esquerda saber o que a sua direita faz". Justamente o contrário do que o branquelo faz. Então, merece mesmo apanhar. 

Aliás, recentemente um branquelo "antifa" foi morto por um negro que saiu dando tiros em brancos porque "queria matá-los". O tolo antifa queria "dar socos em nazis" segundo seus posts na mídia social. Ironicamente, acabou levando um tiro de um negro no rabo, e morreu. Que descanse em paz. 

Finalmente, temos os judeus. Assim como os negros, ou os brancos, nem todos causam problema, mas muitos deles sim. Temos aqui o caso de Alice Goffman, (s)ocióloga que conviveu (fazendo sexo??) por anos com uma gangue de jovens negros vendedores de crack. Escreveu um livro narrando sua experiência e identificando as mais variadas descrições da disfunção total da vida de grande parte dos jovens homens negros no gueto (salvo uma exceção de trabalhadores honestos, que ela tem a decência de citar). 

Mas aí, qual a conclusão do livro? Que a culpa é do "sistema judicial" e da "polícia" e do "racismo institucional" por perseguir os negros, que são "forçados" a vender crack e dar tiros uns aos outros. 

O que não dá para entender nos judeus é essa mania de dar tiro no próprio pé. Eles tiveram uma boa experiência na América branca, pra que arruinar tudo e prejudicar a si mesmos? Que imbecis.

Pois agora negros estão protestando contra a professorinha, que está sendo acusada de escrever sobre negros "sendo branca". Bem-feito, eu diria, e ainda acho pouco. Quem mandou atiçar os negros contra os brancos? Negros raramente separam seu ódio entre brancos e judeus ou outros subgrupos. 

Enfim, pelo que parece, os três grupos se odeiam entre si e jamais viverão em paz e harmonia, o que parece indicar que, salvo que haja uma separação, o conflito será eterno. Outra solução é mudar-se para algum país asiático, onde será possível viver bem longe dessas três pragas, mas aí terá que aturar a praga asiática comedora de cachorro, sobre a qual falarei em outra ocasião. 

Enfim, fazer o quê? É a regra da vida, sai-se de um problema apenas para entrar em outro!

Abraços, e até nunca mais. 

Só faltou "No Muslims", "No Asians" e "No Mexicans", e seria o lugar ideal.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Como a elite pensa

Estive lendo um exemplar do Financial Times londrino que caiu nas minhas mãos. Sim, aqueles antigos jornais de papel. Pelo que entendo é um jornal dirigido à elite política e econômica, ou pelo menos a quem deseja chegar lá.

Primeiro logo na capa havia um artigo celebrando a vitória parcial (no primeiro turno) do candidato dos Rothschild nas eleições francesas (sim, Macron trabalhou para o banco dos Rothschild, literalmente). As ações dos bancos subiram com o resultado e subirão ainda mais. A coitada da Marine Le Pen não tem chance.

Logo li um artigo sobre "o que significa ser francês". Na foto de ilustração, africanos agitando bandeirinhas francesas em um estádio de futebol. O artigo falava que os negros sempre fizeram parte da história da França, como, por exemplo, Alexandre Dumas, que era 1/8 negro. Para a elite, uma andorinha já faz verão, e africanização não é problema, mas solução.

Outro artigo na seção Internacional, era sobre a educação na Libéria e a privatização de suas escolas. Será que a elite realmente pensa que isto dará certo? "Vamos investir na Libéria, será o novo Eldorado"? Realmente duvido.

Na seção de Tecnologia, uma notícia sobre o criador do Facebook investindo em realidade virtual e em técnicas para "ler o pensamento dos usuários". Também um artigo sobre os novos investimentos de Elon Musk no transhumanismo.

Na seção de Sociedade, um longo artigo sobre criogenia e seus desafios para vencer a morte corporal.

Na seção de Espetáculos, o elogio a um recentemente falecido diretor teatral e à sua obra, supostamente mais famosa, que chegou a ser censurada por incluir um estupro homossexual anal.

É, amiguinhos.

O mundo que a elite quer é um mundo de servos miscigenados, controlados por computador e passando seu tempo em uma realidade virtual, enquanto eles viverão eternamente, através da criogenia ou do transhumanismo, para poder se dedicar à obtenção de cada vez mais poder e dinheiro e às mais esdrúxulas perversões sexuais.

Ajoelhe-se,  escravo, perante seus novos líderes!!

"Confie em mim."

domingo, 16 de abril de 2017

Feliz Páscoa!

Jesus voltará, mas eu, não tenho certeza. Estarei viajando e depois precisarei dar um jeito na minha própria vida e fazer coisas mais úteis, como, por exemplo, trabalhar. Portanto, cuidem-se, e até qualquer dia! Abs.





quinta-feira, 13 de abril de 2017

Feminismo e Masculinismo

Agradeço às sugestões de todos, acho que alguns tópicos poderão ser interessantes.

Alguém me pediu um post sobre o masculinismo e, na verdade, pensei até em escrever uma série de textos mais longos sobre o assunto, já que é um tema que desperta muitas paixões. Mas isto será para mais adiante, por ora só um breve resumo.

Pessoalmente, vejo o masculinismo como uma mera reação tardia ao feminismo, que é um movimento que, basicamente, faz as mulheres defenderem coisas que: a) são ruins para os homens e b) são ruins para elas também.

Epa! Mas por que as mulheres defenderiam coisas que são ruins para elas?

Ué, uma das mais incríveis "conquistas" do feminismo foi a de fazer as mulheres se interessarem em ter uma "carreira", ao invés de serem donas de casa com filhos. De lambuja, os poderosos conseguiram duas coisas com isso: 1) reduzir os salários médios (antes o salário de um único homem poderia manter uma família inteira; agora quase sempre os dois precisam trabalhar e ainda pagar uma creche onde deixar a criança), e 2) reduzir a demografia branquela, pois é difícil conciliar trabalho e filhos.

Trocar a vida de mãe pela vida em um cubículo oito horas por dia parece ser algo que só uma pessoa muito estúpida poderia fazer, mas, grande parte das mulheres acreditou que era uma grande troca, que elas teriam maior "independência". Como naquele programa de TV: "você quer trocar a máquina de lavar por uma meia furada?" "Siiim!"

Está certo, por um lado a carreira deu realmente maior independência financeira à mulher, liberando-a assim (em teoria) para poder escolher um parceiro sem a pressão de ter que ficar com alguém que pudesse mantê-la. Digo em teoria, pois, na prática, não foi bem o que aconteceu. Na verdade, só aumentou o patamar das exigências das mulheres. As mulheres que trabalham continuam querendo alguém que ganhe mais do que elas, então, se elas ganham bem, vão querer alguém que ganhe ainda mais. Isto deixa grande parte dos homens de fora. (Algumas mulheres, é verdade, preferem investir em "bad boys" vagabundos ou criminosos que ganham pouco, mas estas são raras e em geral de baixa classe ou têm problemas mentais.)

A questão da sexualidade também foi outra forma em que as mulheres (e os homens) foram enganados. A tal revolução sexual era, supostamente, para resultar em mais e melhor sexo para todos. O que ocorreu no fim foi o contrário. Alguns garanhões, e algumas vadias, conseguiram mais sexo (e mais DSTs). Mas para o homem médio beta, e para a mulher média, o resultado foi a falta de parceiros. Ninguém está querendo casar, uns por medo de virarem cornos, outros por não terem dinheiro para cobrir todos os caprichos da mulher moderna, outras por medo de serem abandonadas depois de engravidar.

Certo, mas você que está lendo não quer ouvir mais reclamações, quer soluções, certo? Então escute aqui as dicas sobre como obter mulheres na Era do Feminismo!

1. Seja bonito. Mesmo se você não ganhar muito dinheiro ou não tiver outras qualidades, a beleza física costuma atrair as mulheres. Dizem que os homens são mais superficiais e se interessam apenas pela beleza, mas a verdade é que o homem médio termina descobrindo que não adianta idealizar a beleza se no fim a mulher logo depois de casar ela terminará virando uma gorda chata, então, o melhor é escolher pela personalidade. Mas mulheres não pensam assim, e muitas escolhem pela beleza mesmo, talvez pensando inconscientemente na beleza dos filhos.

2. Seja rico. Se você não for bonito, uma carteira recheada é sempre um bom afrodisíaco. Algumas mulheres se importam menos com a beleza se tiverem acesso livre ao seu cartão de crédito!

3. Seja masculino. Mulheres, ou ao menos certas mulheres, parecem gostar de homens musculosos e porradões. Não sei dizer, pois odeio fazer musculação e sou mais magro e fracote do que o Seu Madruga, ainda que um pouco mais bonito, mas parece que funciona para alguns.

4. Seja extrovertido. Muitas mulheres adoram um homem com um "bom papo". Mas atenção, isto não significa alguém que saiba discutir sobre filosofia, literatura, ou, pior ainda, sobre tecnologia, computação e inteligência artificial. O que elas querem é alguém que sempre lhe diga que elas estão lindas, gostosas, etc, e que as façam rir. Não é preciso muita inteligência para isso! Mas é preciso extroversão e ousadia, coisa que o homem médio beta não tem.

Viram? É muito simples, sigam uma dessas quatro estratégias e chegarão lá. Agora, se você é feio, pobre, fraco e tímido, aí meu caro, realmente fica difícil. Nem as gordas, as velhas, as feias e as divorciadas com sete prévios filhos de pais diferentes irão querer você.

Mas veja pelo lado positivo: as mulheres que não casam e que não têm filhos tendem em geral a ser muito infelizes e frustradas, pois esta é a sua função primordial na vida. Porém, isso ocorre menos com o homem, que pode ocupar o seu tempo com outros afazeres. Muitos homens como Isaac Newton, Michelangelo, etc, etc, não casaram ou tiveram filhos e isto não os impediu de viver vidas extremamente produtivas e que em muito contribuíram com a civilização.

Então, sugiro um monastério, a ciência, ou, se não for inclinado para a religiosidade ou a pesquisa, junte-se a um grupo de gamers e nerds. Ou, então, vire blogueiro!





quarta-feira, 12 de abril de 2017

O que fazer?

Um comentarista escreveu:

Esse blog só fala asneiras. Preferia mil vezes o blog do pobretão, lá sim a gente podia desabafar da vida ruim de pobre e beta, mas infelizmente o blog fechou. Aqui só tem retardados que não falam coisa com coisa.
Ele está certo. Nem sei quem é este pobretão, mas este blog já foi bom e interessante mas hoje acabou virando meio monotemático, ao menos no que se refere aos comentários. O tema de raças, que era para ser tabu, acabou virando repetitivo e até cansativo. É verdade que me divirto escrevendo sobre isso, por outro lado, não há muito a se dizer sobre o assunto, então termina cansando. 

Porém escrever sobre filosofia, religião, cultura e outros temas parece não ser muito interessante, ao menos para os poucos leitores que ficaram, e a julgar pelo número de comentários mínimos que os temas mais culturais ou filosóficos têm, mas quando se fala de discutir quem é e quem não é branco, a discussão bomba.

O que fazer? 

Será que eu deveria fazer um blog mais "normie"? Um dos problemas de se rejeitar os dogmas progressistas (ou seja qual for a moda do momento) é que você acaba perdendo muitos leitores, que não querem se "sujar" lendo coisas heréticas e ficam apenas na sua bolha progressista. 

Por outro lado, mesmo na direita também existe a bolha religiosa, a bolha alt-right, a bolha HBD, a bolha stormie, e várias outras e outros bolhas, e aí se você escreve algo destoando, também termina ficando de fora do clubinho.

O negócio acho que é escrever o que der na telha sem se preocupar muito com as reações, que é em geral o que faço de qualquer jeito, afinal, não é que ganhe a vida com isto aqui. Por outro lado, também não dá para cair no solipsismo. Um blog não vive sem leitores, nem que sejam um ou dois.

Então, fazer o quê?

O espaço de comentários ficará aberto aqui ao longo de um mês, para sugestões de temas a serem abordados, bem como uma possível sugestão de guinada geral do blog para outra direção, ou, até mesmo, o seu aguardado fim.

Agradeço.

Abs.



Fotos de algumas loiras naturais para animar a discussão.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Máquina de matar mulheres

O falecido Lawrence Auster observou certa vez que o progressismo é uma "máquina de matar mulheres brancas".

Sem dúvida, a ingenuidade de certas mulheres brancas em relação aos fatos básicos da vida, e como muitas terminam mortas de forma patética ou inútil, certamente chama muito a atenção. É um tipo de doença mental que as torna incapazes de enxergar predadores ou situações de risco.

Artistas, ou devemos dizer "artistas", parecem ser especialmente afetadas por esta síndrome.

Se eu tivesse uma filha, e graças a Deus que não tenho uma neste planeta imundo, e se ela quisesse ser artista, eu a aconselharia a aprender a pintura ou a escultura clássicas em casa, ao invés de freqüentar estes antros que se tornaram as universidades de humanas. Se ela se metesse a fazer "instalações", cortaria a sua mesada. Se fizesse "arte performática", ficaria um mês de castigo trancada no quarto. Se virasse justiceira social, a deserdaria. (E se virasse Youtuber feminista, nossa, segurem-me.)

Anos atrás, uma italiana resolveu fazer uma viagem de carona pelo mundo para provar "que a maioria das pessoas são boas". Morreu estuprada e estrangulada por um turco logo no começo da viagem.

Agora uma outra "artista" e "ativista" americana que lutava pelos negros e demais não-brancos, veio a falecer.

Ela escreveu como última mensagem no seu blog um lamento sobre "o terrível sofrimento dos homens não-brancos".

Em visita a Washington D.C. para manifestar-se contra a morte de criancinhas negras inocentes, foi sequestrada, torturada e esfaqueada por um "homem não-branco", ou mais exatamente um negro muçulmano nascido em Sierra Leone que roubou seu carro e seu dinheiro e depois de torturá-la para obter seus dados bancários, a matou.

E ela está bem longe de ser a única. Cada semana há uma nova vítima. (Neste outro caso, de uma professora de yoga sequestrada, estuprada e morta também em Washington D.C., chama a atenção a desculpa esfarrapada do assassino afro-americano. Segundo ele, a mulher lhe deu carona, fez voluntariamente sexo com ele, logo ofereceu-lhe o seu carro todos os seus pertences, e depois se suicidou. Parece legítimo!)

Uma das maiores mentiras da mídia é a vitimização dos homens negros, passando a ideia de que eles estão constantemente sendo perseguidos e mortos pelo homem branco. É uma mentira cruel. O que ocorre é justamente o oposto. Negros matam brancos em muito, mas muito maior proporção.

O próprio fato de que negros aparentemente levem mais tiro da polícia só mostra uma coisa: tem mais negros do que brancos envolvidos com crime. Afinal, é bastante raro a polícia atirar em pessoas totalmente inocentes que não estão, no mínimo, em atitude suspeita. Já fui abordado pela policia várias vezes, e algumas foram até bastante desagradáveis, mas nunca tomei tiro.

As feministas tem certa razão: as mulheres brancas vivem em um perigo terrível hoje em dia. Mas este perigo não vem, em geral, dos homens brancos nem do patriarcado, mas sim dos negros, dos muçulmanos, dos latinos e dos imigrantes pelos quais elas tanto choram e protestam.

(Claro que também há psicopatas brancos que matam mulheres, como este monstro nojento que matou duas pré-adolescentes. Claro que há pedófilos e estupradores brancos. Mas a proporção de risco é relativamente menor. No mais, se você fosse mulher, acharia pior ser bolinada por um ator da Globo ou esfaqueada e morta por um criminoso? A julgar pelo número de protestos e notícias na mídia, a primeira opção parece ser pior.)

Não gosto de fazer posts sobre violência, pois me desanimam muito, portanto este provavelmente será o último.

Mas quantas mulheres mais precisarão morrer?
Que descanse em paz.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Maçons imundos controlam o mundo

Trump é um porco traidor. Depois de prometer que iria acabar com as guerras insanas no Oriente Médio e controlar a imigração, agora o que faz? Bombardeia a Síria logo de cara. E na questão da imigração, nada!

Mais uma vez o povo americano é feito de trouxa. Na verdade, não resta mais do que abandonar a ideia de que existe qualquer escolha na "democracia", que poderia ser chamada hoje de "demon-cracia". A elite globalista controla os dois lados a seu bel-prazer. Aliás, nem existem dois lados, é pura ilusão. A elite no poder sempre inventa dois times "rivais" para manipular o povo de acordo com os interesses do momento.

Em público e na mídia, políticos fingem ser rivais. Mas no fim das contas, são todos amiguinhos. Aqui, e acolá.

Seria Trump maçom? Nunca escrevi sobre maçonaria, mas é só porque tenho pouco conhecimento sobre isso. Mas realmente parece bem estranho que os maçons estão sempre por trás de quase tudo que acontece na esfera política, da Independência Americana à Revolução Farroupilha. Nada acontece sem ter pelo menos um maçon no meio.

O que são os maçons? Basicamente, um clubinho secreto de membros que se ajudam mutuamente. Você foi acusado de corrupção? Não se preocupe, o juiz maçom "irmão" salvará sua pele. Quer virar editor de um grande jornal? Um "irmão" o ajudará. Mas além disso eles tem uma série símbolos e rituais esotéricos que são bem esquisitos, bem como os famosos apertos de mão que identificam um membro e seu grau para outro.

Alguns dizem que os maçons seriam satanistas, o que não surpreenderia nem um pouco. Ao ingressar no clube, um maçom jura jamais revelar os segredos dos rituais, sob pena de morte. Por isso existe pouca coisa escrita sobre os maçons. Alguns jornalistas e ex-maçons até escreveram livros sobre essa temática, e morreram misteriosamente pouco tempo depois.

Bodes fazem parte do simbolismo maçônico; ser iniciado é "cavalgar o bode". Naturalmente, bodes também estão associados aos cultos de Pan e de Baphomet.

Eles dizem ser apenas uma sociedade cultural e beneficiente. Mas se fosse apenas isso, para que tanto segredo? E não é algo assustador que os políticos que nos governam possam pertencer a uma sociedade secreta, e agir tendo por base códigos ocultos, sem que saibamos? Não seria do interesse público saber quem é maçom, e quem não é?

Ah, mas isto poderia revelar que grande parte dos atuais líderes políticos sejam maçons, bem como o atual "papa". Então, melhor esconder...



É, meus caros, está tudo dominado. Melhor mesmo é ficar quieto no cantinho... Não vamos falar sobre os maçons... Afinal, quem brinca com fogo poderia se queimar... E ninguém quer isso, não é mesmo?