sábado, 22 de julho de 2017

Quem policia a polícia?

Recentemente uma branquela australiana professora de ioga (a ioga tem origem indiano, mas será que tem profissão mais branca hoje em dia?) foi morta em Minnesota por um negro.

Calma, amigos, não é nada disso que vocês estão pensando. O negro não era um criminoso mas um condecorado policial somali-americano, e a morte foi um acidente, embora as circunstâncias ainda do ocorrido ainda sejam misteriosas.

Aparentemente, a mulher chamou a polícia ao escutar ruídos sexuais e achou que uma vizinha estava sendo estuprada. A polícia veio e quando ela se aproximou correndo da viatura o policial negro muçulmano se assustou, tirou sua arma e deu vários tiros na infeliz. Bem, ao menos esta é a versão que está sendo contada por enquanto.

Mera incompetência ou algo mais? Não sabemos, mas o que é fato é que a polícia americana é uma das mais violentas e irresponsáveis do mundo, ao menos dentro do chamado "primeiro mundo", se é que esta classificação ainda faz sentido.

Nem todos sabem, mas Minnesota, originalmente povoada por brancos de origem sueca, é o centro da imigração Somali nos EUA. A prefeita da capital do Estado, típica branquela progressista que já usou uma véu islâmico para se pavonear, e é casada com um negro, ficou bem feliz com o primeiro policial somali-americano do país. Agora que deu tudo errado, está desesperada.

A chefa da polícia local também era mulher, além de lésbica e indígena, mas agora depois da confusão foi demitida, e substituída por um negro - só que este não é somali, mas latino.

Enfim, o de sempre, na Suécia como em Minnesota: mulher no volante, multiculturalismo constante.

De acordo com estatísticas, 1093 pessoas foram mortas pela polícia americana só em 2016. Na Alemanha, este número no mesmo ano foi zero.

Mas é verdade que há muitas diferenças entre a polícia americana e europeia. A polícia americana é bem mais multicultural, assim como os criminosos. Há muito mais pessoas com armas de fogo, o que torna o trabalho dos policiais mais arriscado, portanto muitos atiram primeiro e perguntam depois. Na Europa o problema é o oposto, estão despreparados para agir contra criminosos violentos como os terroristas muçulmanos. Vão ter que se americanizar.

O que é ruim, na verdade. Já fui abordado pela polícia nos EUA, por meras infrações de trânsito, mas mesmo que o problema seja apenas estar andando com o farol desligado, te tratam como se você fosse um perigoso marginal. Ai de você se retrucar qualquer coisinha, e não faça movimentos bruscos, ou vai levar tiro.

De fato, não é muito diferente do que ocorre no Brasil, e por motivos similares - polícia multicultural e criminosos multiculturais. Mas no Brasil é pior, pois a polícia além de violenta, é mais incompetente e corrupta, e os governos não ajudam.

Uma outra diferença no Brasil é que nunca falta policial para prender e arrebentar durante manifestações, enquanto que para policiar zonas urbanas, sempre faltam efetivos. Concordo que dar pancada no lombo de esquerdistas deve ser divertido, além de pouco arriscado, mas mesmo assim, deveriam existir prioridades.

O futuro parece ser um estado policial mesmo, até na Europa graças à imigração. E de fato, não é isso o que a elite no comando quer? Um povo multicultural desunido causando caos e confusão, e uma polícia autoritária e violenta dando tiro no cidadão, e prendendo quem discordar.

Desde que os ricos estejam protegidos, tudo bem!





segunda-feira, 17 de julho de 2017

O progressismo é feminino?

Uma vez escrevi um post chamado "o progressismo é branco". Acho que esta é a seqüência (a ser futuramente completada em uma trilogia com "o progressismo é judeu", kkk.)

O fato é que, em média, as mulheres estão bem mais interessadas no progressismo do que os homens.

Casamento gay, multiculturalismo, imigração, luta pelos direitos dos indígenas e do macaco-prego, ativismo contra a islamofobia, a gordofobia e a vadiofobia, e, claro, feminismo, tudo isto existiria em menor escala se as mulheres não estivessem tão interessadas nisso tudo. Mulher adora inventar problema onde não existe e fazer tempestade em copo de água para chamar a atenção.

No mais, elas gostam de seguir modas e a moda do politicamente correto é uma moda que as agrada. Vejo isso nos filmes; os homens em geral, se incomodam mais se um filme sobre o Rei Artur tem personagens negros ou árabes, ou se um super-herói antes branco vira hispânico ou chinês; já as mulheres tendem a gostar de elencos diversos mesmo em filmes em que eles não fazem sentido. As séries e filmes orientados para mulheres estão repletas de multiculturalismo e fuque-fuque com mistura racial.

Em grande parte creio que seja porque as mulheres são mais facilmente manipuladas, mas em parte também por uma questão de instintos sexuais e maternais. Seu interesse pelos imigrantes é parcialmente sexual (sedutores estranhos "bad boys", além de maior competição entre os imigrantes e os nativos, o que para elas é excitante, nada excita mais uma mulher do que assistir dois machos se batendo por ela, veja o enredo de 90% das comédias românticas) e parcialmente maternal (pobres refugiados que precisam de carinho e compreensão).

Mulheres gostam de mentiras; preferem um cafetão que sussurra bobagens bonitas no ouvido e depois a explora e lhe senta a porrada, a um homem honesto que lhe diz a dura verdade mas a trata bem. E o que é o progressismo se não uma série de mentiras bonitinhas: "eu te amo meu amor você é a mais linda do mundo, raças não existem e todos são iguais."

Evidentemente isto não se aplica a todas as mulheres, mas em especial à mulheres brancas e semibrancas infantilizadas nesta era pós-cristã. Mas acredito que isso durará pouco, pois as mulheres não-brancas tendem a invejar, odiar e hostilizar as mulheres brancas, então é pouco provável que essa amizade dure muito.

No mais, o próprio modo de pensar da esquerda é feminino, sempre repleto de contradições. Elas querem igualdade mas também privilégios. Elas querem mostrar os peitos e a vagina mas não querem que os homens fiquem olhando e fazendo cantada. Elas não querem assédio mas tampouco toleram a falta de atenção.

É natural, de certa forma. Se quer saber como as mulheres se sentem, entre numa sala de bate-papo online com um nome de mulher, num instante pipocarão centenas de mensagens, e de homens que sequer sabem como você é -- aliás, que sequer sabem se você é uma mulher de verdade ou não. Então não podemos culpá-las de todo, não é? Homem pode ser chato, muito chato, e burro, muito burro.

Em sua essência, o esquerdismo, com sua luta contra a auto-defesa (preferem as armas na mão do Estado), seu favorecimento das minorias, seu estado de bem-estar social, é mais feminino do que masculino.

Mas, calma lá, isto não quer dizer que a solução seja a "white sharia" como desejam alguns, ou ir totalmente na direção de uma sociedade toda masculina à moda de Esparta.

O melhor é um certo equilíbrio entre os dois sexos, ainda que talvez não perfeitamente simétrico.

No Yin e Yang chinês, o elemento masculino e feminino se enlaçam complementarmente. Na estrela de Davi, masculino-luciferino (triângulo ou pirâmide) e feminino-lilithiano (triângulo invertido ou púbis) se sobrepõe. Na Cruz cristã, no entanto, o elemento masculino (vertical) tem preponderância sobre o elemento feminino (horizontal). Complementaridade, mas não na mesma medida, afinal são sexos diferentes com desejos e necessidades diferentes.

Enfim, este texto está meio confuso e mal escrito, mas acho que deu para passar a idéia, ou não?





terça-feira, 11 de julho de 2017

Exorcismo

No outro dia revi o filme "O Exorcista". Bom filme. O curioso é que este filme, que já foi considerado o mais assustador jamais feito, hoje é motivo de chacota para muitos adolescentes.

Isto porque estes jovens cresceram vendo filmes com muito mais sangue e vísceras e decapitações, além de ter ocorrido uma mudança de costumes. No início dos anos 70, uma menina de 12 anos fazendo nojeiras e berrando "fuck me" era chocante, hoje é provavelmente apenas parte do dia a dia.

Mas o horror do filme não está nos xingamentos ou nas de cenas de horror gráfico, mas sim no drama psicológico e no fato de apresentar a possessão demoníaca como algo dentro da esfera do possível.

Existiria mesmo a possessão demoníaca? Hoje em dia dizemos que a ciência explica, e fala-se em "esquizofrenia" e outras "doenças mentais". O curioso é que a ciência ainda não explicou direito o que é a esquizofrenia nem como surge, e há mesmo debates sobre como diagnosticar se uma pessoa tem tal doença ou não. Eu nem sei se chamaria de doença; tive contato próximo com um par de pessoas esquizofrênicas, e alteravam momentos de lucidez com momentos de delírios obsessivos. Talvez apenas tivessem uma sensibilidade especial para eventos fora da psicologia normal?

Mesmo as pessoas que são "normais" poderiam ser, em muitos aspectos, consideradas "mentalmente perturbadas".  Quantas vezes não fizemos coisas sem entender por quê, tomamos decisões estúpidas sem motivo, tivemos momentos de raiva ou de maldade que não tinham explicação?

O fato é que nem sempre controlamos nossas ações ou nossos sentimentos. Para os antigos, a explicação era simples: anjos e demônios. Já nós falamos em hormônios e na química cerebral. Mas ainda estamos longe de entender.

Eu não sei se os demônios existem, mas às vezes me surpreendo com a quantidade de símbolos demoníacos propagados pela mídia, bem como notícias que, se não são evidência de possessão demoníaca, ao menos são de grave doença mental.

A seguinte notícia vem do Canadá, que está competindo com a Suécia pelo título de país mais suicida e progressista do planeta. O governo decidiu que um bebê "não terá gênero", devendo "decidir quando crescer". A "mãe", que agora trocou de sexo e virou "pai", ou mais exatamente uma "pessoa sem gênero", ou, mais exatamente, uma horrenda mulher de bigode, afirmou que:
"Eu estou criando Searyl de modo que até que elx tenha seu senso de si e capacidade de vocabulário para me dizer quem é, eu x reconheço como bebê e tento dar a elx todo o amor e apoio para ser a pessoa mais inteira que puder fora das restrições que vêm com o rótulo menino ou o rótulo menina"
Sim: como se não bastasse essa crueldade com a criança, a porca ainda deu a ela o nome de "Searyl". Quando crescer, se tornará provavelmente um "searyl" killer.

Que grande parte da população aceite e ainda aplauda esses descalabros e este abuso infantil em nome do "progresso" não é apenas preocupante, como sintoma de que não apenas os indivíduos podem padecer de doenças mentais, como sociedades inteiras.

Doença mental ou possessão demoníaca, não importa. Precisamos de um exorcismo em escala global.

Sai Demônio!

O poder de Cristo lhe ordena!

O poder de Cristo lhe ordena!


domingo, 9 de julho de 2017

Juventude transviada

Nelson Rodrigues (cujas frases continuam surpreendentemente atuais), lá pelos anos 60, costumava zombar de uma cultura contemporânea que idolatrava a juventude. Dizia que o jovem tinha todos os defeitos do adulto, e mais um: a imaturidade. Mal sabia ele que a era do Culto ao Jovem apenas tinha começado, e muito pior estava por vir. 

No outro dia jovens "antifa" e anarquistas protestaram em Hamburgo contra o encontro do G20. Contra? Ou a favor? Não é bem claro, afinal, as suas bandeiras são as mesmas: "aquecimento global", "refugiados", "feminismo", "imigração", "mundo sem fronteiras", "glória a Google, Facebook e Apple".

Na verdade, parece que a reclamação deles é o processo não estar indo rápido o suficiente. Os jovens estão sendo estuprados analmente pelos seus mestres globalistas e reclamam: "mete mais!"

Afinal, os jovens são e serão os maiores perdedores neste mundo que vem aí. A automação tecnológica roubará seus empregos. A globalização reduzirá cada vez mais seus salários. A educação superior custará cada vez mais caro tendo cada vez menor valor. Eles serão escravos de suas dívidas e viverão em países culturalmente atomizados que nem sombra serão do que já foram. Os imigrantes que eles tanto apóiam os assaltarão e os aterrorizarão cada vez mais.

Parece ser natural da juventude protestar - e protestar de forma estúpida. Assim como nos anos 60 de Nelson os jovens protestavam a favor do Comunismo, de Che e de Mao, hoje seus filhos e netos "antifa" protestam a favor do globalismo e da imigração. E juram ser "do contra".

É interessante também observar os novos ídolos vendidos à esta juventude. Os filmes de super-herói, por exemplo, continuam fazendo enorme sucesso mesmo com dezenas de repetições, bem como a saga de Star Wars.

Seriam os atuais super-heróis os novos "deuses" globalistas para estes jovens sem religião? A nova Mulher Maravilha é israelense. O novo Super Aranha ainda é branco, mas talvez namore uma mulata, e seu colega e rival Flash Thompson, originalmente ruivo, será um hindu. Já a patota de Star Wars é tão multi-culti que mais parece uma reunião da ONU. Todos estes heróis naturalmente lutam por valores progressistas, feministas, transsexualistas e multiculturalistas.

E Harry Potter? Este é o pior, com certeza. Nunca se viu um culto maior ao progressismo e ao multiculturalismo do que nessa série. Não admira que tanto J. K. Rowling quanto a atriz Emma Watson tenham virado raivosas militantes feministas e anti-racistas.

Um dia talvez os jovens talvez se dêem conta do seu engano, mas aí poderá ser tarde demais: nesse momento, já não serão mais "jovens", e seus filhos e netos é que estarão protestando contra eles.



Antifa (à direita) protestando contra a liberdade de expressão.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Estado alterado

O overdose de opiáceos já é a principal causa de morte dos brancos americanos de meia-idade. Não estamos falando aqui de viciados em heroína injetável, mas de pessoas viciadas em pílulas legais contra a dor como a polêmica Oxicontina, receitada por nove entre dez médicos.

Curiosamente, este fenômeno aumentou muito nos últimos dez ou quinze anos, coincidindo com a guerra no Afeganistão, que liberou a produção de papoula, antes proibida pelos talibãs. Mera coincidência, imagino.

Além disso, muitos americanos estão usando algum tipo de droga legal ou ilegal contra a ansiedade, hiperatividade, depressão, ou apenas para se divertir. Até crianças estão sendo cada vez mais "curadas" com drogas. Em especial, garotos com ADHD.

A marihuana já foi legalizada em vários estados. Alguns querem legalizar outras drogas também.

"Droguem-me!", clama o homem moderno.

Quem não fuma nem toma pílulas, procura se embebedar até cair. O alcoolismo também aumentou, em especial entre os jovens e as mulheres.

É um mundo de drogados.

Mas não só existem as drogas injetáveis, bebíveis ou fumáveis. A televisão, a Internet e os telefones celulares também podem ser considerados uma forma de dependência, causando vários dos mesmos problemas. As mídias sociais em especial estão relacionadas com o aumento da ansiedade e da depressão.

A mídia é literalmente uma droga, com a diferença que é impossível escapar dela - mesmo que você não tenha televisão em casa, muitos lugares públicos não esquecem de fornecer uma grande tela de tevê. E quem é que não tem um "telefone inteligente" nestes dias?

Talvez haja uma forma de escape, mas não tenho certeza.

E por que não? Às vezes dá um desânimo com tudo. Eu mesmo às vezes me sinto tão cansado!

Se as pessoas querem escapar a realidade, talvez seja por que a realidade não parece ter muito para oferecer. Conforme disse um comentarista aqui:

Estamos continuamente indo em uma espiral descendente. E vivendo em tempo emprestado. Em certas épocas, quando os mundos externos de um determinado povo eram ruins, sua condição mental era muito melhor. O Mundo Interno dessas pessoas manteve o conhecimento e a sabedoria, independentemente daquilo de fora.
No Ocidente em geral, o tecido social está rasgado e desgastado, a economia é instável e manipulada em benefício de uma minoria extrema, e as pessoas estão constantemente sendo reduzidas ao status de formigas. Manadas sem identidade de grupo, constantemente bombardeadas por imundície e propaganda projetada para enfraquecê-las e criar disfuncionalidade. 
A parte mais pessimista da cultura e da sociedade contemporânea não é o mundo material, mas o estado do Mundo Interior do povo do Ocidente. Vivemos em um mundo de ficção científica, com a maioria das pessoas "conectadas" em uma "rede" que produz reforço, estima, valor e validade. Você é o apenas o que os outros julgam ser. A verdadeira individualidade hoje é rara.  
As piores são as mulheres do Ocidente, totalmente "direcionadas para os outros", sobre o que vestir, como agir, conversar, etc. 
Ser livre - em mente e espírito, e falar a verdade simples, hoje, é um ato revolucionário e radical, cheio de riscos e consequências.
Mas como fazer para recuperar esta serenidade e esta liberdade perdidas? É possível?

Ou seria o contrário, será que justamente o excesso de liberdade é o problema, que o homem clama mais do que tudo por ordem, por controle, por submissão a um universo hierárquico e sem tantas opções?

Por que o homem moderno, que alcançou tanto conforto e tantas riquezas materiais, parece estar tão desesperado?

Por que não é feliz nem individualmente nem coletivamente e está cometendo suicídio demográfico e cultural?

Será que Roger Scruton estava certo ao apontar o "fim da beleza" no dia a dia como parte do problema? Ou isto é só conseqüência?

Ou será que é parte essencial da condição humana, e sempre foi assim, a única novidade sendo a maior opção de drogas em oferta?

Ou seria alguma outra coisa?

O que será que está acontecendo????

O que, Senhor, o quê??????


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Você é um escravoceta?

Ultimamente tem havido vários comentários negativos sobre mulheres no blog, seja de rejeitados reclamando da injustiça na escolha das mulheres, seja ao seu materialismo, seja de críticas mais diretas ao feminismo, seja de simplesmente chamar as mulheres de "depósito de sêmen". Surgiu até o termo "escravoceta", que é meio vulgar mas conciso e acho que dispensa explicações.

Não sou um "PUA", "redpilled" ou mesmo "alfa", e portanto a análise bem como os conselhos que posso dar nesta área são bem limitados. "Mulheres: ruim com elas, pior sem elas" seria mais ou menos um resumo do que aprendi na vida. Aliás, acho que em geral tenho até tido mais sorte do que a que mereci, embora nem sempre tenha sabido aproveitar as oportunidades.

Porém, minha impressão geral é que sim, o feminismo e outras mudanças sociais e tecnológicas tem piorado e muito a relação entre homens e mulheres, deixando ambos insatisfeitos.

Por um lado, criou uma geração de mulheres extremamente exigentes, que não se contentam com um homem "normal": tem que ser bonito, atlético, ganhar bem e ainda ter habilidades especiais como patinação no gelo, sexo tântrico ou culinária tailandesa. É curioso que até as mais gordas e menos atraentes tornaram-se mais exigentes, enquanto ao homem não parece ser permitido fazer exigências, ou seria "sexismo": ele tem que aceitar sem reclamar gordas, vadias, tatuadas, pobres, etc.

Por outro lado, estas mudanças têm gerado um ódio maior nos homens, em especial entre os "losers" que ficaram com maior dificuldade de obter alguém neste novo e impiedoso mercado sexual, ou então entre vítimas de divórcios e separações traumáticas. Pois é claro que a mulher tem várias vantagens implícitas em caso de separação.

Não que tudo seja fácil para elas, é claro; ambos os sexos tem seus problemas, mas são problemas diferentes.

Seja culpa do feminismo, da queda da religiosidade ou outra causa qualquer, o número de separações me parece que aumentou e muito. Na geração de nossos pais e avós a maioria ou pelo menos grande parte das pessoas ainda permanecia casada, bem ou mal ou até se odiando, enquanto que na minha geração e mais ainda nas que vieram depois, o número de adultos divorciados com filhos (ou mães e pais solteiros separados que nunca chegaram a casar) é muito, mas muito maior.

As mídias sociais parecem ter exacerbado ao invés de resolver o problema. A competição extrema por status, a inveja, o fim de relacionamentos bem como as oportunidades de adultério e fornicação, só aumentaram.

O que fazer?

Há dois bons conselhos que, no entanto, por ser preguiçoso e incompetente, nunca segui, mas podem ser úteis a outros por aí.

O primeiro é: não se preocupe tanto com conseguir mulheres como atividade-fim. Quero dizer que é importante, mas não deve ser o foco exclusivo de sua vida. A dica é envolver-se em várias atividades, em especial atividades nas quais você possa ter algum caráter de liderança (as minas pira na liderança). Eventualmente, algumas mulheres do entorno poderão ter interesse.

O outro conselho é: deixe a mulher escolher, ela sabe melhor. Em um texto que infelizmente não estou localizando, o autor informava que, catalogando as mulheres pelas quais ele inicialmente se interessou, em contrapartida pelas quais se interessaram inicialmente por ele, o segundo time foi superior em quase todos os aspectos, perdendo apenas talvez na atração física imediata.

De fato, para o homem, o principal, ao menos no início, é o aspecto visual. Mas às vezes o sujeito pira em uma mulher bonita e gostosa, sem se dar conta que ela é uma aberração psicológica, e o convívio com ela será impossível. Até porque mulheres demasiado atraentes exigem muita competição, muita manutenção, tendem a ser histéricas, e raramente tais casos levam a um final feliz.

Melhor escolher (ou no caso, ser escolhido) por uma mulher talvez menos bonita, mas com uma personalidade mais cativante. Até por que, a beleza na mulher passa muito rápido, bem mais rápido do que nos homens, então de que adianta? A não ser que você seja um bilionário que possa colecionar novas "trophy wives" a cada década, não faz muito sentido.

Ah mas e se nem as gordinhas simpáticas estiverem interessadas em você? E se você for velho, pobre, tímido e feio? Bem, realmente, neste caso fica difícil e só posso sugerir você arranjar algum outro hobby... Muitos japoneses parece que têm namoradas virtuais... Hum... Ou então, pinte o rosto pênis de preto e diga que é um refugiado somali... Com algumas, funciona!

Enfim, embora sexo seja importante, não é tudo na vida, ao menos depois da aborrecência e primeira juventude. De fato, acho até que há algo de grotesco nesses casais de meia-idade que continuam obcecados por sexo e até participando em atividades como "swing", "fetiches" e tais. Este tipo de coisa deveria ser para os jovens, e olhe lá.

No mais, tudo depende do nível de incomodação que você pode agüentar para obter sexo. O modo mais fácil é com uma prostituta, que com todos seus defeitos e problemas, ao menos é um comércio honesto: pá, pum. O modo complicado é tentando catar moças em um bar ou pelas ruas: esse processo demora, é chato, caro, e às vezes o sujeito acaba gastando mais dinheiro do que com putas e não dando em nada.

Outra opção é convidar para sair alguém que você conheceu, mas, nesta era dos smartphones e dos encontros online, as moças parecem ter ficado cada vez mais chatas, acontece quase tudo online e de repente a mulher já muda de ideia porque não gostou do seu perfil na mídia social, ou vai saber qual razão.. Sei lá, eu pelo menos já perdi a paciência com mulheres fazendo o que no meu tempo se chamava de "cú doce". Se quer sair, quer, se não quer, dane-se, mas não precisa desses joguinhos tolos, desta longa dança ritual de curtidas e wazzups. Nada pior do que alguém que fica dando falsas esperanças para depois te ferrar.

Finalmente, claro que o jeito melhor para o sexo é em uma relação a longo prazo com alguém bacana, mas, isso está difícil hoje em dia.

Em resumo, meu conselho é: case cedo e tenha filhos cedo com a primeira que aparecer e que lhe aturar, não seja adúltero mesmo que sexo com o cônjuge perca a graça cedo ou tarde (é da natureza), tente focar sua vida em outras coisas além do sexo, cuide que suas filhas não virem feministas raivosas ou vadias,  e que seus filhos tenham um caráter saudável e não vejam muito filme pornô, que em excesso faz mal.

Acho que era isso. Abs.


domingo, 2 de julho de 2017

Poema do Domingo

Conquista

Livre não sou, que nem a própria vida
Mo consente.
Mas a minha aguerrida
Teimosia
É quebrar dia a dia 
Um grilhão da corrente. 

Livre não sou, mas quero a liberdade. 
Trago-a dentro de mim como um destino. 
E vão lá desdizer o sonho do menino 
Que se afogou e flutua 
Entre nenúfares de serenidade 
Depois de ter a lua! 

Miguel Torga

Afro-Homo-Globo-Causto

Engraçado. Muitos esquerdistas continuam ainda xingando o "capitalismo", e nem sequer parecem perceber que o tal do capitalismo é mais esquerdista que o Diabo.

Todas as grandes empresas atuais só apoiam e fazem propaganda de tudo o que a Nova Ordem Mundial quer. Em vez de simplesmente venderem seus produtos, elas fazem comerciais sobre casamento gay, travestismo, imigração, multiculturalismo, islamização, mistura racial, e por aí vai.

Vejam dois recentes exemplos de propagandas de carros aqui e aqui. Propagandas de refrigerante são ainda piores. E no outro dia vi na rua um poster com uma campanha "anti-transfobia". A lista dos patrocinadores incluía as mais famosas empresas multinacionais.

De todas as causas progressistas, as que parecem mais importantes para nossos mestres globalistas são a causa negra e a causa gay -- ou ao menos os personagens mais importantes em suas propagandas são quase sempre os negros e os gays (com muçulmanos perto num segundo lugar; latinos e asiáticos estão bem mais distantes).

Conforme informei no texto anterior, as projeções demográficas da ONU indicam que se tudo seguir no mesmo ritmo (i.e. casais brancos tendo em média 1 filho e africanos 7), haverá 5 bilhões de africanos subsaarianos no planeta em 2100. Pode até chegar a mais.

E nem estamos falando dos árabes, chineses, indianos, etc.

Naturalmente, milhões destes indivíduos migrarão para Europa, EUA, Canadá, Austrália.

Ou talvez nem precisem ir, mas serão buscados.

Afinal, conforme mostrou este blogueiro italiano, as ONGs já estão indo "salvar" refugiados direto na costa africana. Operação Cavalo de Tróia.

O Titanic Ocidental afunda, e nem precisou de iceberg.

Mas neste momento trágico, qual é a principal preocupação dos ocidentais?

Liberar o casamento gay.

É... Creio que só a intervenção divina nos salvará.

Um povo que quer casamento gay e não se preocupa com a própria existência, me desculpe, é um povo que morreu e nem sabe. É um povo degenerado e estúpido que mal enxerga à frente do nariz.

De certa forma, o Islã é até uma contrapartida a tudo isto. Detesto o Islã, mas me parece que a seguir assim ele substituirá o niilismo europeu. Ao menos eles acreditam em algo, mesmo que seja uma bosta.

Como diz naquele filme, "Diga o que quiser sobre os princípios do nacional-socialismo, cara, ao menos era um ethos. Mas niilistas... PORRA!"

Mas o branco parou de crer. 

E isto não se vê só na esquerda, como na direita. Tem até direitista apoiando casamento gay e imigração.

No outro dia algum comentarista falou de uma tal Emily Youcis, suposta queridinha da “alt right”. Nem tinha ouvido falar da moça.

Aparentemente ela trabalhava vendendo pistachos em um estádio, tendo sido depois demitida por ter enviado mensagens “racistas”. O engraçado é que antes de sua conversão à causa pró-branca fazia vídeos de animação escatológicos bastante nojentos.

Lembrou um pouco a Tila Tequila, vietnamita que posou de neonazista.

Bem, é fato que algumas pessoas gostam de aparecer; a causa é secundária.

Personalidades extremas são atraídas por movimentos extremos. Por isso não é estranho que um esquerdista radical um dia vire um direitista radical ou vice-versa, ou que um ateu fanático vire um fanático religioso, ou uma feminista sem calcinha vire uma islamista de burca, ou que um vegano vire um sangrento churrasqueiro. Não é tanto a ideologia que atrai essas pessoas transtornadas como a emoção do radicalismo em si.

Vamos falar sobre casamento gay? Não odeio os gays, aliás, tenho até vários amigos gays, inclusive saímos toda noite juntxs para ver shows de drag queens cantando os maiores hits da Barbara Streisand e Freddie Mercury. Mas o que me irrita é esta propaganda intensa de "love is love".

Vejam, a esquerda fez o possível e o impossível para destruir o casamento, a família e a infância. Cínicos despudorados, promoveram e promovem feminismo, putaria, tatuagens, adultério, travestismo, sexualização de crianças, pedofilia, zoofilia. E deu resultado. Os homens estão insatisfeitos, as mulheres estão insatisfeitas. Quase todos os casais que conheço se separaram! Milhões de crianças cresceram sem pai ou sem mãe.

Mas, agora, segundo eles, devemos acreditar que o "verdadeiro amor" existe -- e que este é representado por dois barbados lambendo o ânus um do outro - e ambos formando uma "família" com a adoção de um africaninho ou de um vietnamita de proveta!

O multiculturalmismo é a mesma coisa. Toda esta bela propaganda de um mundo com culturas se abraçando umas às outras, mas o que vemos na realidade é uma sociedade atomizada, onde cada grupo se fecha em si mesmo. Sim, existe alguma integração - minha vizinha judia, por exemplo, está fodendo com um negro, e outra vizinha chinesa namora um latino - mas na maior das vezes esta mistura é bem superficial.

Todo grupo não-branco é exaltado, mas os grupos mais festejados nesta Nova Ordem são quase sempre os negros e os gays. Um gay ou travesti negro então, nossa! Vira star.

A miscigenação já virou até clichê. Perceba que em quase toda ilustração de casais fazendo sexo, as duplas são interraciais.

Até neste artigo de uma revista feminina ilustrando as maravilhas do "pegging" (penetração anal do homem pela mulher com um falso pênis acoplado, sim, eles querem vender isto agora), as ilustrações são de casais misturados.

E todas as grandes empresas capitalistas "de direita" só mostram esse grande sonho globalista cheio de negros (com brancas), casais gays (com filhos), e sorridentes jovens muçulmanas patriotas de véu, quase que 24 horas por dia. Nossa! Chega a causar tontura.

Pareceria que o que a elite deseja mais do que tudo é um planeta cheio de escravos mulatos homossexuais louvando Alá. Vai entender!

E no entanto a maior parte das pessoas que conheço está satisfeita com o mundo atual. Adora tudo. Adora a globalização. Adora a cultura pop. Adora seus gadgets. Adora o casamento gay.

Então é bastante provável que o errado seja eu!

Que delícia.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Odin vs Ogum

Vou ser sincero, uma das razões pelas quais nunca me interessei demais pelo movimento nacionalista branco é devido a esse seu culto ao paganismo nórdico pré-cristão, Odin e tais.

Acho que até pode ser interessante como mitologia, embora eu pessoalmente conheça muito pouco dela e acho que seja realmente muito pouco relevante historicamente, ao menos em comparação com a muito mais conhecida e importante mitologia greco-romana.

No mais, o que é que esses neo-pagãos querem? Voltar a fazer sacrifícios humanos e de animais para Odin? Dançar nus no solstício em Stonehenge? Praticar bruxaria e fazer estátuas do deus do trovão? Culto da fertilidade com orgia todo sábado (mas sem camisinha)?

Sei lá, parece-me que o que ocorre é que estes nordicistas odeiam os judeus, aí por isso não gostam de ter uma religião que tem origem parcialmente "semita", então, terminam mais ou menos como os esquerdistas ateus que também não gostam do Cristianismo por este ser "anti-gay" e aí terminam por adorar o Islã, que é mais "anti-gay" ainda.

(Embora notemos que o Cristianismo é, na verdade, uma reação à religião hebraica da época -- tanto que sua maior crítica é aos fariseus, e podemos entender os judeus talmudistas atuais como os sucessores dos fariseus que tanto perseguiram Jesus, e que ainda hoje se negam a reconhecê-Lo.)  

Bem, não há o que fazer. Querendo ou não, a civilização Europeia é de fato a junção do Cristianismo com o mundo Greco-Romano, e ponto. Sim, alguns ritos bárbaros pagãos (principalmente germânicos) sobreviveram e se acoplaram às várias tradições culturais, então também tem o seu lugar na criação desta cultura única que foi a Europeia. E podemos até dizer que muçulmanos e asiáticos e judeus tiveram algum papel, ainda que reduzido, na criação desta civilização -- a única digna desse nome, já que, o que é o resto do mundo, se não uma tentativa de cópia desse milagre?

Hoje a civilização europeia morreu, acabou. Hoje só restam tolos hedonistas seculares em vias de serem afogados em uma maré negra.

Eu não sei qual é a solução, mesmo. Acho que um retorno ao tradicionalismo seria o ideal, mas parece-me que está meio tarde para isso.

Não acho que o neo-paganismo vingue. A quem pode interessar isso, além de a alguns metaleiros?

Pelo jeito Nietzsche tinha razão, e deuses também morrem; ninguém acredita mais nos antigos deuses pagãos, e agora estão querendo acabar com o pouco que resta do Cristianismo na Europa. Onde Nietzsche errou foi em achar que o homem sobreviveria sem um Deus, ou sendo seu próprio deus.

Mas nada temam, pois, no futuro, seremos governados por Oxum e Ogum.

Mortal Kombat dos Deuses. Ogum vs. Odin: quem vencerá?

sábado, 24 de junho de 2017

POEMA DE CANÇÃO SOBRE A ESPERANÇA
               I
Dá-me lírios, lírios,
E rosas também.
Mas se não tens lírios
Nem rosas a dar-me,
Tem vontade ao menos
De me dar os lírios
E também as rosas.
Basta-me a vontade,
Que tens, se a tiveres,
De me dar os lírios
E as rosas também,
E terei os lírios —
Os melhores lírios —
E as melhores rosas
Sem receber nada.
A não ser a prenda
Da tua vontade
De me dares lírios
E rosas também.
                II
Usas um vestido
Que é uma lembrança
Para o meu coração.
Usou-o outrora
Alguém que me ficou
Lembrada sem vista.
Tudo na vida
Se faz por recordações.
Ama-se por memória.
Certa mulher faz-nos ternura
Por um gesto que lembra a nossa mãe.
Certa rapariga faz-nos alegria
Por falar como a nossa irmã.
Certa criança arranca-nos da desatenção
Porque amámos uma mulher parecida com ela
Quando éramos jovens e não lhe falávamos.
Tudo é assim, mais ou menos,
O coração anda aos trambulhões.
Viver é desencontrar-se consigo mesmo.
No fim de tudo, se tiver sono, dormirei.
Mas gostava de te encontrar e que falássemos.
Estou certo que simpatizaríamos um com o outro.
Mas se não nos encontrarmos, guardarei o momento
Em que pensei que nos poderíamos encontrar.
Guardo tudo,
(Guardo as cartas que me escrevem,
Guardo até as cartas que não me escrevem —
Santo Deus, a gente guarda tudo mesmo que não queira,
E o teu vestido azulinho, meu Deus, se eu te pudesse atrair
Através dele até mim!
Enfim, tudo pode ser...
És tão nova — tão jovem, como diria o Ricardo Reis —
E a minha visão de ti explode literariamente,
E deito-me para trás na praia e rio como um elemental inferior,
Arre, sentir cansa, e a vida é quente quando o sol está alto.
Boa noite na Austrália!

Mr X endoidou

Caros amigxs, é com desprazer que preciso informar-lhes que o articulista conhecido apenas pela alcunha de "Mr X" parece ter perdido de vez a sanidade mental -- a qual, para falar a verdade, sempre foi um pouco tênue. De personalide neurótica e esquizotípica, nosso amigo em comum sempre teve dificuldades em se adaptar ao mundo moderno e em controlar a sua própria mente, fruto de graves problemas tanto genéticos quando educacionais.

Foi visto pela última vez falando e gritando sozinho pelas ruas da cidade, vociferando contra "sufis, zulus, fariseus, ciganos e aborígenes alógenos", "putas brancas traidoras", "gordas nojentas feministas", "seres verdes ultradimensionais" e "bissexuais e zoófilos se beijando na boca em público". Foi preso na hora por crime de ódio, porém logo as autoridades perceberam que se tratava apenas de um doente mental mais do que um apoiador sincero da "alt-right" e foi encaminhado ao asilo de lunáticos mais próximo da região.

Agora ele encontra-se na Sala 101 do hospício sendo examinado pelo Dr. O'Brien e pelo Dr. Goldstein, que garantem uma cura durante as próximas semanas. "Ele vai ficar bem", garantiu o Dr. Goldstein. "Estamos fazendo uma terapia de choque".

De acordo com os últimos relatórios do hospital, após dias de comportamento catatônico ele voltou a falar e inclusive a sua última frase proferida foi "a diversidade é nossa força", o que demostra que ele está se recuperando, porém ainda é cedo para saber se poderá se reintegrar à sociedade. Com um pouco de sorte isto deverá ocorrer nos próximos dias ou semanas.

Novidades serão postadas por aqui. Agradecemos a paciência!



domingo, 18 de junho de 2017

Todos os fogos o fogo

O incêndio no edifício em Londres que ceifou 58 ou mais vidas é uma história que ilustra o modo como vivemos agora, e o modo em que a elite deseja que vivamos.

O prédio era basicamente um microcosmo da sociedade atual. Habitado por muçulmanos, negros, asiáticos, mas também casais brancos jovens, alguns ingleses mas em sua maioria de outros países (um casal italiano, uma família portuguesa, etc).

Era um prédio construído originalmente como residência pública mas que depois passou a ser administrado de forma privada ou semi-privada. A causa do incêndio foi uma renovação externa de 40 milhões para supostamente deixar o edifício mais "bonito" - mas o material utilizado era inflamável, e o prédio não tinha um sistema de borrifadores anti-incêndio.

Enfim, típica incompetência de "terceiro mundo", mas acontecendo no "primeiro". Fosse em um país subdesenvolvido qualquer, teria dado algumas poucas linhas no jornal. Como foi em Londres, causou maior comoção.

Detesto esses edifícios enormes. Já morei em lugares parecidos, e são um lixo. Muito melhor um edifício pequeno ou, se possível, uma casinha no interior.

A elite quer porque quer que todos vivamos aglomerados em edifícios anônimos deste tipo. Aqui por exemplo vemos um típico articulista imundo desta laia argumentando por maior densidade populacional.

É uma questão de lucro, é claro. Para que construir um pequeno prédio de três andares que você só pode alugar para cinco ou seis famílias, quando no mesmo terreno pode construir um de trinta e alugar para trezentas? Que importa que a cidade fique mais feia e menos segura? Os ricos podem continuar morando em suas mansões superprotegidas, longe de toda esta confusão.

Estou ficando convencido de que o ser humano, e mais especificamente o branco europeu, não foi feito para morar em cidades. As cidades são poços de iniquidade e, coincidentemente ou não, de progressismo. As classes mercantis adoram as cidades, é claro, por motivos óbvios. Mas parece-me que o branco floresce melhor no meio rural, mais isolado e perto da natureza.

O branco pela sua história foi sempre mais um habitante rural ou então da fronteira - sempre em busca do desconhecido, da exploração, do desbravamento. Criou grandes cidades também, é claro, mas estas estão mais associadas com os períodos de decadência, de estase - quando o branco pára de explorar.

Como não há mais nada a explorar nesta Terra, a solução para o branco seria a de colonizar e terraformar outros planetas. Porém, conhecendo o branco, ele certamente vai levar para lá milhões de africanos, indianos e chineses como trabalhadores, e assim vai apenas replicar a mesma experiência terráquea em outro lugar. Acossado pelo aumento do crime na Lua e em Marte, o branquelo terá que fazer um "white flight" para outros sistemas solares, e assim ad infinitum.

Devido à maior densidade populacional, cidades também são mais propensas a grandes tragédias, naturais ou artificiais. Epidemias, terremotos, maremotos e incêndios, naturalmente. O grande incêndio de Londres destruiu a cidade inteira em 1666. Um incêndio similar ocorreu em Lisboa após o grande terremoto de 1755.

De minha parte, fico feliz em não mais morar no grande edifício multiculti no qual morava antes - no qual por sinal, eram comuns os alarmes de incêndio. A maioria falsos alarmes, mas uma vez, por culpa de um imbecil que atirou um cigarro aceso no depósito de lixo, o meu andar chegou a ficar todo coberto de fumaça.

Posso entender um pouco do pavor das almas enclausuradas em Londres, no meio do fogo do Inferno!




quinta-feira, 8 de junho de 2017

Putas da Babilônia

Uma das piores tragédias do atentado de Manchester nem foram as mortes mas sim ter popularizado a cantora e prostituta Ariana Grande, de quem até faz pouco eu tinha o prazer de sequer saber que existia. Aparentemente esta figurinha nefasta é um sucesso entre garotas de oito a doze anos de idade. Aqui parte da letra uma de suas canções mais populares:
I've been here all night
I've been here all day
And boy, got me walkin' side to side
(Let them hoes know)
This the new style with the fresh type of flow
Wrist icicle, ride dick bicycle
Come true yo, get you this type of blow
If you wanna menage I got a tricycle
Em tradução (bastante) livre do nigrês:
Estive aqui toda a noite
Estive aqui todo o dia
O garoto me deixou toda esfolada
(Deixe as vadias saberem) 
Este é o novo estilo da piriguete
Punheta, cavalgar pau que nem bicicleta
Vem aqui iô, sente este boquete
Se quiser um menàge tem outra boceta

Tá bom, mudei um pouquinho para rimar, mas a letra é mais ou menos essa. Ou seja, ela não é muito diferente de qualquer vulgar funkeira brasileira.

Como todo artista pop globalista que se preze, além de promover o sexo e a mistura racial entre pré-adolescentes, seus videoclipes e concertos estão repletos de simbolismo satanista. A jovem tem um irmão homossexual e trocou o catolicismo pela Kaballah, já namorou um rapeiro (está no contrato) e veste-se como uma prostituta mesmo parecendo ter doze anos devido à baixa altura e rosto infantil.

Em uma entrevista de 2013, Ariana até afirmou ter visto demônios.

Você acredita no Diabo? Eu não sei, mas muitos membros da elite parecem acreditar, ou ao menos, se comprazer com a promoção de imagens diabólicas para o povão. Videoclipes de estrelas pop abundam com imagens do Diabo, de sacrifícios humanos, de orgias.

Nas imagens dos recentes concertos, Ariana é associada com a imagem do coelhinho da Playboy - provocação abertamente sexual.

(E por sinal, não é muito esquisito terem feito um concerto de "homenagem às vítimas", menos de duas semanas depois do tal atentado? Sei lá, desse jeito fica até parecendo que tanto o atentado - ou "atentado" - quanto o concerto foram planejados com antecedência pelas mesmas pessoas...)

Tudo isso é proposital, é claro. Segue-se sempre o mesmo padrão já realizado com Miley Cyrus, pegar uma jovem apresentadora infantil "inocente", transformá-la em puta, fazê-la cantar músicas bizarras cheias de sexo e palavrão. Depois ela é esquecida e morre de overdose ou suicídio. O circo não pode parar.

Assim como o funk no Brasil, estes artistas são vendidos como "populares" ou espontâneos, mas a criação vem de cima. Baste pensar que trinta anos atrás, estes tipos de músicas sequer existiam. Os negros no morro faziam samba e canções de dor de cotovelo; os brancos faziam roquenroll. Então de onde veio esta nova moda de canções cheias de sexo e violência?


Na Bíblia, a imagem da Puta da Babilônia aparece nas Revelações. É uma vadia imunda que anuncia o final dos tempos. No filme futurista Metrópolis de Fritz Lang, que por sinal é bem profético, a elite cria uma mulher-robô com a ideia de substituir a virtuosa heroína por esta réplica diabólica que leva os homens à perdição.

Será que estou exagerando? Bem, não se preocupem tanto queridinhos. Eles não querem muito. Só destruir seu corpo, e roubar sua alma!

A famosa imagem do "olho único" começou aqui.
Pentagrama diabólico, precisa mais?
Puta da Babilônia.

sábado, 3 de junho de 2017

O crepúsculo dos deuses

No outro dia na Suécia feministas saíram às ruas galopando como potrancas no cio em protesto contra o patriarcado. Não sei bem a explicação, mas precisa? É mais uma prova de que o tão celebrado "Acidente" está em crise terminal. O homem branco, e a mulher também, mal podem esperar para serem substituídos por afros, árabes, mexicanos, chineses et caterva.

As mulheres em especial parece que tendem a ficar malucas com o fim da ordem tradicional. Se bem que elas tendem à insatisfação por natureza, e pode que não tenha tanto a ver com o fim da tradição. Já vi de perto vários casamentos no qual o papel da esposa é basicamente reclamar de tudo e transformar a vida do cônjuge num inferno, como neste diálogo de "Cenas de um Casamento".

Bem, não creio que as pessoas eram necessariamente mais felizes antes, mas ao menos havia uma ordem social e uma aceitação dos fatos básicos da vida que se perdeu. Eu realmente não entendo muito bem como e por que isto foi acontecer, mas o fato é que o niilismo suicida tomou conta da sociedade há muito tempo, bem conforme Nietzsche previu. A grande preocupação do homem europeu moderno é ir para Ibiza ou Tailândia e beber até cair. Ganhar bastante, consumir bastante, foder bastante e depois morrer.

De fato o governo holandês está mudando a lei da eutanásia, agora não precisará mais você ter uma doença terminal para poder morrer com ajuda médica, basta estar "cansado da vida" ou decidir que já "cumpriu seu papel." Não admira que o povo holandês esteja desaparecendo da face da terra, sendo substituído por mestiços indonésios.

Mas não é só na Holanda, o Canadá também já aprovou leis pró-eutanásia e até alguns religiosos estão apoiando o "direito de morrer com dignidade". Será provavelmente a próxima bandeira depois do casamento gay, da poligamia e da pedofilia. Além de tudo, será um jeito prático de se livrar dos velhinhos e não ter que pagar pensão e ainda diminuir os custos de saúde.

Eu realmente não entendo bem a necessidade disso, afinal, o suicídio sempre foi uma opção - o problema realmente é que as pessoas querem morrer sem dor e sem o estigma do suicídio. Mas será que é solução? Esta opção pela eutanásia e pelo aborto não indica uma certa rejeição à vida em si?

Quero dizer, a ideia de que não deve haver sofrimento algum na vida nem na morte parece ser uma ideia bastante recente da humanidade.

Mas observe que junto com o apoio ao aborto e à eutanásia quase sempre vem a crítica à pena de morte - ou seja, pareceria que para a esquerda, o único que tem direito a viver é o elemento psicopático e criminal.

Bem, dizia G.K. Chesterton que quem não acredita em Deus termina por acreditar em qualquer coisa.

Parafraseando aquele velho compositor baiano, reze pelo Ocidente, chore pelo Ocidente.




domingo, 28 de maio de 2017

Poema do Domingo

Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Fernando Pessoa

sábado, 27 de maio de 2017

É a cultura, estúpido!

Pois é, mais um terrorista "britânico" (isto é, líbio filho de refugiados líbios, mas como nasceu na Inglaterra, virou "britânico" para a mídia) atacou no outro dia.

Nem vou comentar o atentado em si, que já virou banalidade, bem como as respostas previsíveis de acender velinha e falar que "nossa comunidade multicultural está acima disso tudo" e "o amor vence o ódio".

Aliás, vocês perceberam como a mídia progressista adora falar em "amor"? No caso dos gays também, é "amor" para cá e "amor" para lá. Ora, não caiam nessa. Trata-se da conhecida tática esquerdopata da inversão satânica. Quando eles falam "amor", na verdade estão falando em ódio e/ou em perversões e putaria desenfreada.

Mas o que foi interessante neste caso foi o atentado ter ocorrido neste concerto da tal Ariana Grande. Nem conhecia a figura, mas parece mais uma vadia adolescente na linha de Miley Cyrus. A maioria do público era formada por crianças e meninas pré-adolescentes aprendendo a ser putinhas, e levadas ali pelos próprios pais.

Enquanto no Brasil as crianças de oito anos que aprendem funk e axé sob o olhar benevolente das mães são na maioria de classe baixa, nos EUA e Inglaterra até as famílias de classe média adoram estes espetáculos grotescos.

Outra coisa que chamou a atenção na semana foi a foto das "primeiras-damas da OTAN" que incluíam um "primeiro-damo" homossexual, bem como uma primeira-dama de 65 anos casada com um "homem" de 39 e vestida como uma adolescente.

Sejamos sérios, não é? Qualquer esperança para o Ocidente passa pelo fim desta cultura absurda, patética e auto-destrutiva.

O problema não é a imigração. Imigração é apenas um sintoma, a doença vem de mais atrás. Um corpo é atacado por microorganismos quando está fraco, é natural.

O problema também não é a manipulação midiática. Esta é grave, mas também apenas aumenta um problema pré-existente que no entanto está muito além disso.

O problema é que o povo euro perdeu a confiança em si mesmo. Talvez tenha sido a "morte de Deus" (isto é, fim da crença religiosa substituída pelo niilismo) preconizada por Nietzsche já há mais de 150 anos. Ou talvez seja a dissolução da cultura tradicional num mundo cada vez mais fragmentado. Ou uma soma de várias coisas juntas.

Mas o fato é que será muito difícil mudar a situação, sem uma mudança total do modo de pensar. E isto não é algo que pode ocorrer de um dia para o outro.

Há algo de podre no reino da Dinamarca - e da Suécia, França, Alemanha, Itália, EUA, Canadá, Japão, Coreia, etc, etc...

Ariana Grande dando o exemplo às criancinhas.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,

Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...

Mario Quintana


quinta-feira, 18 de maio de 2017

A maldição de Cassandra

Cassandra é aquela personagem da mitologia grega que fazia previsões, mas, por maldição, ninguém acreditava em suas profecias. Que, no entanto, eram sempre corretas.

Eu diria que nós que vemos mais ou menos o que está acontecendo no mundo fora da hipnose da mídia somos como "Cassandras", salvo que não estamos fazendo nenhuma previsão fenomenal, ao contrário, nem mesmo é previsão, é mera descrição do presente negada pela mídia e pela maioria das pessoas, que não quer enxergar.

Mas, para quem enxerga, os problemas contemporâneos são bem visíveis. Não é preciso ser um gênio para observar que a imigração de milhões de árabes e africanos e latino-americanos para os países anteriormente conhecidos como brancos irá causar uma série de problemas e tornar estes países mais parecido com o "terceiro mundo" de onde estes imigrantes vieram. Terrorismo, aumento do crime, pobreza, doenças, além de conflitos étnicos e raciais.

Loucura é o contrário, é acreditar que a partir dessa mistura total de povos e religiões e etnias surgirá uma "utopia multicultural" onde todos conviverão em paz. Quando na História humana isso ocorreu? Quase sempre que isso foi tentado, da época Romana ao imperialismo do século XIX, terminou em banhos de sangue.

E o problema nem é a imigração em si, é claro. Esta é apenas um sintoma. Um corpo é atacado por microorganismos quando está fraco e doente. E o povo europeu está fraco e doente, ao menos desde 1914 (alguns diriam desde 1789). O problema é acima de tudo cultural; o que vemos hoje é apenas o resultado de décadas (séculos?) de uma lenta decadência.

O Império Romano caiu por sua elite estar decadente, não devido às "invasões bárbaras". Porém, como resolver a "decadência"? É possível, ou é apenas aquela teoria dos ciclos? Tudo que sobe, desce? E tudo que desce, será que sobe também? Isto não parece ser uma verdade absoluta, ao menos no mercado de ações - às vezes o que desce, só desce mesmo.

Eu não sou bom em profecias. Não tenho a menor ideia do que ocorrerá e nem qual pode ser a solução. Só sei que a seguir assim enfrentaremos um período de trevas bastante desagradável. E não estou falando em termos de séculos, mas décadas à frente. Aliás é algo que, em vários sentidos, até já começou.

Por outro lado, não dá para ser sempre pessimista, e acredito que mensagens positivas também devam ter o seu lugar. Afinal, se tudo vai mal, é sinal que sempre pode piorar, mas também, que pode melhorar. Enquanto há vida há esperança, não é o que dizem?

Em resumo, ainda tem muita água para passar por baixo da ponte, e muita coisa para acontecer.

Como não sou um visionário nem um profeta, só descrevo o que vejo e que todos poderiam ver também, se quisessem. Claro que apontar soluções é naturalmente muito mais difícil, e não cabe a mim fazer isso mas aos que virão e viverão neste futuro que se aproxima; mas tudo, como no caso dos Alcoólatras Anônimos, começa por enxergar que você tem um problema.

O outro drama de Cassandra, claro, é que ela jamais se cala. É considerada louca, burra, mentirosa, mas em vez de aprender a lição e parar de repetir verdades, continua a repetir os seus alarmes, dia após dia, sem parar. Ah, se pelo menos Cassandra se calasse, então quem sabe poderíamos viver em paz...

Cale a boca, Cassandra!